#Blogueiros Geek: 5 lições que aprendi com os clássicos da Disney
segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Oi pessoal! Sei que é o último dia do mês, mas não podia deixar de participar de mais uma maravilhosa postagem coletiva do grupo Blogueiros Geeks, ainda mais quando o tema é sobre algo que eu tanto adoro desde pequena: Disney. O Top Cinco é uma lista de cinco lições que aprendi com os clássicos da Disney <3
É preciso aceitar as diferenças

Independentemente de cor, raça, religião, aparência física e estilo de vida, todas as pessoas merecem respeito e a intolerância só leva à más consequências. Quando a aparência interior prevaleceu sobre a física, a Bela se apaixonou pela Fera. Quando Pocahontas e John Smith se conheceram melhor, se apaixonaram e compreenderam que o preconceito e medo do desconhecido só levaria à guerra e dor. Kenai precisou estar na pele de um urso para aprender a ter empatia pelo próximo, seja humano ou animal. E por fim, como mesurar a profundidade de um filme como O Corcunda de Notredame, em que o salvador de Paris é um homem feio de bom coração, o religioso Juiz é injusto e preconceituoso e uma das mais personagens mais encantadoras é uma cigana que, sem abandonar suas crenças, reza na Igreja pedindo tolerância e compaixão com os proscritos? Aliás, é isso que precisamos ter com todos, sejam religiosos ou ateus, sejam ricos ou pobres: compaixão.
Ohana quer dizer família

Um dos temas mais valiosos que constantemente é retratado pela Disney é a importância da família. Em alguns filmes, como Procurando Nemo e Valente, a família pode até se desentender, mas se amam e fazem de tudo para salvar o outro. Em outros filmes, como Lilo & Stitch e Irmão Urso, aprendemos a ser uma família e amar cada membro, mesmo que ele seja um alienígena ou não seja irmão de sangue. Há também filmes que aprendemos que o amor também reside na família, como Frozen, e outros que aprendemos que a família unida é mais poderosa, como Os Incríveis. Em todas essas animações, a mensagem é a mesma: família é a base. Uma família unida é uma família mais forte, mais feliz, que você pode contar. Por esse motivo, é tão importante valorizar nossa família, superar discussões eventuais e deixar o amor prevalecer, afinal, família quer dizer nunca mais abandonar ou esquecer.
A Tristeza é uma emoção fundamental, e está tudo bem chorar
O objetivo maior do ser-humano é alcançar a felicidade, livrar-se de tristezas. É por esse motivo que todos os filmes da Disney terminam com um "felizes para sempre", porque é como esperamos ficar depois de tudo que enfrentamos. Mas a Disney também ensina que está tudo bem chorar, e que a tristeza nem sempre é ruim. Em Divertida Mente, por exemplo, Alegria mediu incansáveis esforços para que a vida de Riley fosse extremamente feliz, mas não entendeu que a Tristeza tem um papel fundamental: a Tristeza é responsável pela empatia, pela saudade, por reconhecermos nossa fragilidade e assim, amadurecermos. Além disso, a Tristeza também é responsável por ocasionar momentos felizes, pois é na dificuldade que vemos quem realmente está no nosso lado, e é reconhecendo a tristeza que reconhecemos também a alegria.
Para sempre é muito, muito tempo, mas as boas memórias ficam
Entre tantos 'felizes para sempre', a Disney fez um filme delicado, bonito e profundamente realista sobre amizade: O Cão e a Raposa. O filme conta história de Tobby e Dodó, um cão e uma raposa que se conhecem na infância e viram grandes amigos, ignorando as diferenças e o fato de serem inimigos naturais. Infelizmente, Tobby é levado por seu dono para ser treinado como um cão de caça e, quando se reencontram, já crescidos, as coisas não são como eram antes. Muitas coisas aconteceram e a vida afastou os dois, que tomaram rumos diferentes e não podiam mais brincar juntos. O cão e a raposa deixaram de ser melhores amigos e se afastaram, mas as boas lembranças permaneceram e no fim, de uma forma tênue, saudosa e dolorosa, aquele sentimento de amizade prevaleceu.
O amor pode mudar tudo

Essa é a lição mais bonita, poderosa e, dependendo de nós mesmos, verdadeira: o amor pode mudar tudo. Só podemos aceitar as diferenças quando aprendemos a ter amor ao próximo - não é isso que Kenai fez? Aprendeu a amar os ursos? E será que Stitch entenderia que Ohana quer dizer família se fosse criado em um ambiente sem amor? A tristeza também, só gera empatia e saudades se houver amor no coração... E, para lembrarmos com carinho dos velhos tempos, carregarmos aquelas antigas amizades no coração, é preciso ter amor. Da mesma forma, é preciso amar a si mesmo, amar o que faz, amar os outros. All you need is love!
E para vocês, quais lições foram mais marcantes? Concordam com as escolhidas? Não deixem de comentar!













segunda-feira, 30 de novembro de 2015