Top Cinco: Filmes subestimados da Disney


sexta-feira, 19 de março de 2021

Todos reconhecem a importância de filmes como Rei Leão, Toy Story, Bela e a Fela e outros tantos clássicos da Disney. Mas vocês sabiam que existem filmes tão bons quanto os mais famosos, que infelizmente caíram no esquecimento? Essa postagem é para compartilhar com vocês alguns filmes que eu considero os melhores das Disney, mas que não tem o mesmo reconhecimento dos anteriormente citados.


O Cão e a Raposa (1981)


O Cão e a Raposa

Esqueça o final de Toy Story 3 ou o início de Up - Altas Aventuras: não há filme mais emocionante que O Cão e a Raposa. O filme, produzido em 1981 pela Disney, é uma tocante fábula sobre a inesperada amizade entre um cão e uma raposa, inimigos naturais. Quando eram pequenos, Tobbey e Dodó vivem brincando juntos e prometem ser amigos para sempre mas, como sabiamente ensina a personagem Mamãe Coruja, para sempre é muito tempo, e o tempo tem o dom de mudar as coisas. A inocência de Dodó, a tristeza de sua dona em determinada cena, o reencontro dos dois amigos, esse filme trata de uma maneira muito sensível sobre a amizade e suas diversas fases.

Pateta - O filme (1995)


Pateta O Filme


Quem lembra do divertido Pateta - O Filme? Exatamente, ninguém. Uma pena, pois o filme mostra de uma maneira muito coesa e simples o conflito entre ideias e gerações, representado na relação entre Pateta e Max, seu filho. Quando o problemático Max finalmente consegue impressionar a garota que gosta e combina de ir com ela na festa de final de ano, Pateta resolve levar seu filho para pescar. O problema é que tanto Max quanto Pateta não conhecem um ao outro e a viagem fica ainda mais complicada porque Max mentiu para todos da escola que iria com seu pai ao show do Power Line, um ídolo pop tão famoso quanto Michael Jackson. Entre canções animadas e cenas muito engraçadas, acompanhamos trapalhadas, discussões, aventuras, brigas e momentos de carinho entre Pateta e Max, em um filme que ressalta a importância do diálogo e respeito mútuo entre pais e filhos e como definimos nos momentos cruciais o que é prioridade em nossas vidas.

O Corcunda de Notre Dame (1996)




Inspirado no clássico homônimo escrito por Victor Hugo, pode não ser um filme desconhecido, mas está nesta lista porque não há motivos para não ser posto no mesmo patamar que o Rei Leão. Com uma ótima animação, uma representação simplesmente impecável de Paris e uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos, o Corcunda de Notre Dame é uma obra de arte. Se não bastasse a perfeição técnica (pois, tecnicamente, o filme é impecável), a história faz duras críticas à justiça e ao "cidadão de bem", representado pelo cruel juiz Frolo, e traz verdadeiras lições sobre o modo como lidamos com o diferente, seja a óbvia deformidade de Quasimodo, personagem principal, seja a crença e o espírito de vida da cigana Esmeralda, uma personagem forte e totalmente diferente das demais princesas da Disney. Um filme para ser visto e revisto.

Lilo & Stitch (2002)


Lilo & Stitch


Muito antes de Frozen - Uma Aventura Congelante se consagrar como uma belíssima história de amor fraternal, há muito a Disney nos mostrava um filme no qual uma jovem fazia o impossível para cuidar da irmã mais nova e impedir que ela fosse levada por um assistente social. Ohanna quer dizer família, e família quer dizer nunca mais abandonar ou esquecer. É isso que aprendemos com Lilo Stitch, uma divertida história sobre um alienígena endiabrado que acaba parando no Havaí e passa a ser criado como animal de estimação por uma menininha cheia de personalidade. Com uma boa ambientação, personagens divertidos e fora dos padrões e uma ótima trilha sonora regada à Elvis Presley, o filme é engraçado e muito gostoso de assistir, mas também traz excelentes mensagens sobre família e aceitar as diferenças.

Irmão Urso (2003)



Irmão Urso

Mais um filme que trata sobre diferenças, aceitação e amor fraternal, dessa vez explorando também curiosidades sobre os índios da cultura esquimó Inuite, na América do Norte. Irmão Urso conta a história de Kenai, um homem muito ligado aos seus irmãos que fica incomodado por ter ganho um totem de urso, representando o amor, tanto por querer ter ganho algo mais bravo, quanto por achar que ursos são apenas bestas monstruosas. Sua opinião se confirma quando Sitka, seu irmão, acaba morrendo numa luta contra um urso, de modo que Kenai mata o animal por vingança. No entanto, os espíritos de seus ancestrais e o próprio Sitka acabam transformando Kenai em um urso, e o único jeito de reverter a magia é indo até a montanha onde as luzes tocam o chão. Durante sua jornada, Kenai encontra Koda, um divertido ursinho que infelizmente ficou órfão após sua mãe ser morta por um homem. É uma história emocionante sobre empatia e perdão, sobre se colocar no lugar do outro e aprender a amar como se fosse um irmão.


O que vocês acharam da minha lista? Para mim, ficou faltando Pocahontas, Hércules, A Nova Onda do Imperador, Atlântis - O Reino Perdido e fico muito triste que boa parte dos filmes criados nos anos 2000 tenham sido solenemente ignorados. Que filmes vocês colocariam na lista?

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Viagem: Fotos com os personagens da Disney!


sexta-feira, 12 de abril de 2019



Oi, pessoal! Já compartilhei no blog várias postagens relativas a minha Viagem para Orlando e em muitas delas apareço ao lado de algum personagem querido da nossa infância. Hoje vim compartilhar com vocês as fotos que tirei com os personagens da Disney e explicar um pouco mais sobre elas!



Os personagens da Disney são bastante procurados e alguns localizam-se em atrações (você deve visitar um local, pegando fila) ou pontos estratégicos espalhados pelos parques, em determinados horários. Os artistas realmente entram nos personagens e são muito simpáticos, retratando fielmente o personagem no universo Disney. É muito bacana interagir com eles e o curioso é que eles nunca estão no mesmo horário em dois lugares diferentes - como você vai explicar para uma criança que eu tirei foto com a Minnie no Magic Kingdom no mesmo horário em que ela viu a Minnie no Epcot? Existem mais de uma? É um adulto numa fantasia? Eles realmente levam a ambientação a sério e isso torna tudo muito mágico!



Os personagens que estavam em suas respectivas atrações foram a Ariel (Magic Kingdom), Woody e Buzz (Hollywood Studios), Aladdin e Jasmine (Epcot), Minnie, Mickey e Pateta (Epcot). Quando eu digo "atrações" é porque há um local destinado especialmente ao encontro com esses personagens e podemos usar o fast pass para deixar de encarar as filas. Os personagens que eu conheci tinham filas bem moderadas, mas no Hall das Princesas (Magic Kingdom) a espera era de três horas só para conhecer a Elsa. Por isso, usem bem seu fast pass!



Já outros personagens ficam espalhados pelos parques, normalmente com hora marcada. É sempre bom olhar nos folhetos para saber quando e que dia encontramos o personagem em determinado lugar, e chegar lá com um pouco de antecedência. Nesses casos, não é possível usar fast pass, mas as filas são bem menores. Me programei para conhecer a Mulan só, os outros personagens encontrei por aí e tirei foto (:



As fotos sempre são tiradas por um fotógrafo oficial e você ganha um cartãozinho para, querendo, efetuar a compra. O problema é que custa em torno de quinze dólares cada foto e acaba ficando caro para nós brasileiros. Por isso, não tenha vergonha de tirar a foto oficial e depois, pedir para que tirem uma foto no seu celular ou câmera - todo mundo faz isso! Claro que normalmente não são tão bem tiradas quanto pelos fotógrafos profissionais, mas pelo menos é mais prático para postar no Instagram hehehe



Só de olhar as fotos já dá para saber que eu voltei a ser criança na Disney, haha. Espero que tenham gostado da postagem, não deixem de conferir os outros artigos que escrevi sobre os parques!

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Crítica: Wi Fi Ralph - Quebrando a Internet


sábado, 19 de janeiro de 2019

Seis anos após a estreia de Detona Ralph, filme cuja proposta era explorar o mundo dos videogames, os protagonistas Ralph e Vanellope partem para uma nova aventura em um novo mundo, desconhecido para as personagens, mas muito familiar para nós: a Internet. Essa é a proposta de Wi Fi Ralph - Quebrando a Internet, nova continuação da Disney.

crítica filme Wi Fi Ralph

Quando Ralph tenta criar uma nova pista no jogo Corrida Doce para agradar Vanellope, as coisas fogem de controle e o volante do fliperama quebra, de modo que o jogo pode ser desligado para sempre. Para impedir isso, Ralph e Vanellope decidem ir a "um tal de Ebay" (site de compras online) para conseguir o volante, e então começa a aventura pela fantástica Internet. São várias novidades e desafios que se apresentam para Ralph e Vanellope, que acabam aprendendo sobre a popularidade dos vídeos, sobre propagandas e até mesmo sobre vírus, mas, mais importante ainda, aprendem sobre os limites da própria relação e o significado da verdadeira amizade.



Utilizando a Internet como plano de fundo da história, a sequência de Detona Ralph é muito divertida e recheada de referências à cultura pop, sendo que o grande trunfo do filme é, obviamente, a representação da Internet. O filme mostra todos os usuários conectados por meio de avatares e a utilização de sites de buscas, como funciona o sistema de postagens de vídeos e curtidas, como um vírus pode infectar arquivos detectando inseguranças e até mesmo uma discreta deep web foi representada. Para tanto, Wi Fi Ralph conta com um visual maravilhoso, colorido e muitíssimo detalhado. O jeito com que o "universo internet" foi construído como uma grande metrópole foi uma sacada genial, e a arte gráfica do filme está muito interessante.

crítica filme Wi Fi Ralph


No que concerne à história, o filme se esforça em trazer uma mensagem mais profunda e, em certa medida, consegue. O mote principal é a busca pelo volante, mas em um dado momento, Vanellope fica encantada pelo jogo Corrida do Caos e seus objetivos de vida não estão mais em sintonia com os objetivos do Ralph, o que pode prejudicar a amizade dos dois. Mas amizade não se trata de apoio? Amigos têm necessariamente que ter interesses e objetivos em comum? São poucos filmes que trazem essas questões às crianças, sobretudo demonstrando uma 'amizade tóxica' sem romantizar ou vilanizar, e é muito interessante Wi Fi Ralph abordar esse assunto. Todavia, justamente por ser voltado ao público infantil, na segunda metade do filme a "insegurança" dos personagens é retratada de uma maneira bem cartunesca e o clímax da história é bem diferente da atmosfera apresentada até então. Assim, o filme "desanda" na parte final e acaba se tornando uma história fraca, o que é uma pena, porque desperdiça um pouco o potencial do filme.

crítica filme Wi Fi Ralph


Recheado de referências sobre a Internet, sobre videogames e até mesmo sobre a Disney - afinal, o momento mais icônico do filme é justamente o encontro de Vanellope com as demais princesas -, Wi Fi Ralph - Quebrando a Internet é um filme divertido, visualmente bonito e com uma bela lição de moral, sendo um ótimo entretenimento.

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Crítica: Os Incríveis 2


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Quatorze anos após o sucesso de Os Incríveis, aclamado filme da Pixar que tem como protagonistas uma família de super-heróis, os fãs - agora já adultos - receberam uma agradável continuação com Os Incríveis 2, que mantém os elementos do primeiro filme, mas evolui a trama e se constitui em um filme dinâmico, engraçado e com uma pitada de nostalgia.



A família Pêra, embora empolgada com a possibilidade de combater o crime em família, se depara com um grande problema: super-heróis são considerados ilegais e Beto ou Helena terão que aceitar um emprego normal para sustentar a família. É nesse contexto que surge uma excelente oportunidade para Mulher Elástica: trabalhar como super-heroína em missões gravadas e transmitidas na televisão, ganhando popularidade e comovendo a população a ponto de legalizar os super-heróis. Ela aceita e rapidamente se depara com um grande inimigo, enquanto Beto, o Senhor Incrível, tem que lidar com as tarefas da casa e cuidar de seus três filhos: Flash, que vai mal em matemática; Violeta, apaixonada por Toninho; e Zezé, que demonstra ser tão incrível quanto o resto da família.



Se o público alvo das animações em geral é infantil, a Pixar está ciente que os primeiros fãs cresceram e entrega um filme nostálgico e divertido na medida certa, capaz de agradar adultos e crianças. Enquanto mantém o roteiro do filme anterior, sopesando missões de super-heróis com conflitos familiares e dramas cotidianos, Os Incríveis 2 acerta ao inverter os papéis e dar grande destaque à Mulher Elástica, que ganha maior espaço e reconhecimento dos personagens como heroína feminina, "trabalhando" para sustentar a casa, enquanto o Sr. Incrível tem que cuidar dos filhos. O que talvez seja uma trama óbvia acaba arrancando muitas risadas e sendo uma crítica saudável ao conservadorismo e ao machismo, pois acabamos por perceber como infelizmente é raro mulheres ocupando espaços de poder (o que deveria ser mais incentivado) e como é importante também valorizar a tarefa daquele que tem como trabalho tomar conta da casa e dos filhos. Os Incríveis 2 é um filme divertido, fácil de se identificar e que nos faz se colocar no papel do outro, além de reforçar, é claro, a importância de bons laços familiares.



Como fã de filmes de super-herói, normalmente fico impressionada com cenas de ação e lutas bem coreografadas. Mesmo se tratando de uma animação - ou melhor, justamente por se tratar de uma animação -, é realmente impressionante as sequências que envolvem os Pêra utilizando seus poderes, em especial, a primeira missão da Mulher Elástica, que explora forma excelente sua elasticidade e o que pode ser feito com seus poderes. Outra cena que ganha destaque é a descoberta dos poderes do Zezé, personagem que sempre arranca muitos risos dos telespectadores, tanto pela sua fofura quanto pela alegria e preocupação que causa no Senhor Incrível, que descobre que mais difícil que ser um super-herói, é ser um bom pai. Por outro lado, o filme peca ao colocar vários coadjuvantes que não necessariamente tem uma personalidade desenvolvida (muitos heróis parecem ficar meio perdidos na trama) e a própria Edna Moda faz apenas uma ponta desnecessária no filme, embora seja necessário reconhecer que ela é uma ótima personagem. No mais, o filme também aborda a influência da mídia enquanto formadora de opiniões e traz uma excelente trilha sonora, o que não é muito comum em animações - pelo menos, as que não são musicais, como Moana, do mesmo estúdio -, mas ganha destaque em Os Incríveis 2, assinada por Michael Giacchino.



Com uma história leve e divertida, mas repleta de significados, Os Incríveis 2 é um filme capaz de agradar adultos e crianças, repleto de cenas engraçadas, mas trazendo de uma maneira bastante adequada questionamentos importantes acerca da nossa sociedade. Os Incríveis 2 é uma excelente continuação que respeita o conteúdo original e se sustenta enquanto filme próprio, capaz de agradar tanto ao público antigo quanto agregar novos fãs.

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Vale à pena ir à Disney de Paris? Tudo sobre os parques, atrações e dicas


sábado, 12 de maio de 2018

Quando organizei minha primeira viagem para Europa e reservei quatro dias para conhecer Paris, me deparei com uma grande dúvida: vale à pena ir para Disney? A maioria dos sites referia que os parques de Paris são pequenos, possuem menos atrações, enfim, não se comparam com Orlando. Muitos disseram que, em virtude do pouco tempo, seria melhor não ir à Disney e aproveitar o que a capital francesa tem a oferecer e outros ainda confirmaram que, para quem já foi à Orlando, a antiga EuroDisney é totalmente dispensável. Tudo isso pode até ser verdade, mas, como fã incondicional da Disney, só posso dizer que vale muito à pena a Disney de Paris!

Vale à pena Disney Paris

Como organizar sua ida à Disney - Ingressos, Parques e quando ir


Visitar a Disney é uma ótima maneira de conciliar uma viagem à Europa - normalmente, repleta de atrações mais culturais e lugares históricos - com um dia incrível em um parque de diversões. Mais do que isso, a Disney proporciona espetáculos, histórias, um contato com um universo totalmente mágico que empolga tanto crianças quanto adultos. Mas como encaixar esse momento tão mágico na sua viagem?

A Disney Paris é composta por dois parques e é necessário pelo menos um dia inteiro para visitá-la. Acho tranquilo conciliar uma visita à Disney com os demais pontos turísticos de Paris em uma viagem de quatro dias, mas também reconheço que não é um lugar "imperdível", ou seja, incluir a Disney no roteiro em uma viagem de menos dias depende do seu interesse pela terra do Mickey. No meu caso, já tinha visitado Orlando e seria minha primeira vez em Paris, mas como sou muito fã da Disney resolvi visitar a EuroDisney e não me arrependi.

Vale à pena Disney Paris
Vale à pena Disney Paris


Na minha opinião, o ideal é separar um dia para cada parque, mas apenas um dia é suficiente para conhecer ambos e há, inclusive, um ingresso que permite visitar os dois parques no mesmo dia. Compramos nossos ingressos no site oficial e escolhemos a opção “2 parques em 1 dia” (1Day /2Paks), que permite entrar e sair dos parques. Para quem escolhe essa opção, o ideal é visitar primeiro o Walt Disney Studios e só depois, no início ou meio da tarde, o Disneyland Paris, pois é lá que acontecem a parada e o show de fogos.

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Torre Eiffel - Ingressos, horários e dicas
Sons de Notre Dame - Visita à Catedral de Notre Dame, em Paris


Os ingressos para a Disney variam de acordo com a época do ano (baixa e alta temporada) e são mais caros ao final de semana. Comprando diretamente pelo site, há uma "tabela" com os valores em cada estação. No nosso caso, pagamos 69 euros pelo ingresso que dá direito a visita aos dois parques. Imprimimos no hotel e chegando lá, foi só apresentar os ingressos!

Atenção: para visitar os dois parques no mesmo dia, é importante chegar assim que os parques abrem. Os parques abrem ao grande público às 10h00 (para quem fica hospedado em algum hotel da Disney, abrem mais cedo, graças às Extra Magic Hours) e o Disney Land Paris funciona até às 19h00, durante o inverno, e até às 22h00, no verão. Já o Walt Disney Studios (que, infelizmente, não tem show de encerramento) fecha às 18h00 ou às 20h00 dependendo da estação.

Vale à pena Disney Paris

Localização - Como chegar


A Disney de Paris, na verdade, fica em Marne-la-Vallée, uma cidadezinha há 30km da capital francesa, quase uma hora de distância. É possível ir de carro, pelo ônibus oficial Magical Shuttle ou com um serviço de transfer, mas a maneira mais prática e econômica é, sem dúvida, de trem. Para Disney, é necessário um ticket especial, que dá direito a pegar a linha vermelha RER-A até a estação. Não tem erro: nas máquinas de metrô provavelmente estará sinalizando que aquele passe dá direito à Disney e, se for comprar no balcão, é só falar "Disney" que o atendente entregará o ticket certo.

No nosso caso, tivemos que pegar um metrô da estação Maraichers até a Nation para só então pegar o trem RER-A até a Disney, e eu estava na dúvida se precisava de um ticket comum mais o RER-A ou só o RER-A bastaria... Esclarecendo a dúvida: basta comprar só o ticket RER-A já na estação inicial e usá-lo. A viagem dura cerca de quarenta e cinco minutos e o ticket de trem, senão me engano, é 7,50 euros. Com 15 euros, dá para ir e voltar da Disney!

Não se preocupe com a possibilidade de "perder" a estação: as paradas são muito bem sinalizadas e a da Disney é marcada no letreiro com as orelhas do Mickey. O desembarque é praticamente dentro da Disney, na frente da Disney Village e do acesso aos dois parques. Ah, a Disney fica numa área um pouco mais fria que Paris, então temos que ir agasalhados para aproveitar o passeio!

Vale à pena Disney Paris

Parques e Atrações


A primeira coisa que devemos fazer ao chegar num parque da Disney é pegar o mapa, disponível em vários idiomas (inclusive português!) na entrada do parque. Aliás, principalmente para quem vai visitar dois parques no mesmo dia, o ideal é pesquisar bem antes sobre as principais atrações para decidir em quais ir e não perder tempo. Começamos nosso dia no Walt Disney Studios e terminamos em Disney Land Paris, que é o trajeto mais recomendado para conciliar as atrações do primeiro parque com o encerramento do segundo.

O Walt Disney Studios Park é o parque com as atrações mais concorridas e radicais. A estrutura dele é semelhante a um grande estúdio de cinema e o parque é dividido em quatro áreas: Front Lot, Toon Studios (a melhor de todas, totalmente inspirada no universo Pixar e nos brinquedos de Toy Story!), Production Coutyard e Back Lot. As atrações que não podem ficar de fora são as clássicas Rock n’ Roaller Coaster (Montanha-russa do Aerosmith) e Twilight Zone Tower of Terror, semelhantes às do Hollywood Studios, a Crush's Coaster, uma divertida montanha-russa inspirada na tartaruga de Procurando Nemo (mega concorrida) e o simulador do Ratatouille, já que é um brinquedo exclusivo da Disney francesa. Há também diversas outras atrações recomendadas, como a RC Racer, o Studio Tram Tour (esse eu não foi), o Armageddon: les Effets Spéciaux (ok, esse eu achei chatinho e não recomendo) e a possibilidade de se encontrar com personagens como Woody, Buzz, Mickey e até os Incríveis. Aproveitamos bastante esse parque e saímos pouco depois do incrível espetáculo Moteurs... Action! Stunt Show Spectacular, que começa às 14h15 e consiste em dublês de carros e motos fazendo coisas incríveis no palco.

Vale à pena Disney Paris
Vale à pena Disney Paris


o DisneyLand Paris é o parque mais clássico e que melhor sintetiza a magia da Disney. É dividido nas áreas Main Street USA, Frontierland, Discovery Land, Fantasy Land e Adventure Land e cada área segue uma temática própria, o que se revela tanto nas atrações escolhidas como na decoração e na sensação que causa ao visitante. As principais atrações são Big Thunder Mountain e Phantom Menor, na Frontierland, o Castelo da Bela Adormecida e o Labirinto da Alice na Fantasy Land, a montanha-russa Indiana Jones and the Temple of Peril e Piratas do Caribe na Adventure Land e, na Discovery Land, New StarWars Hyperspace Mountain, New Star Tours e Buzz Lightyear Laser Blast . Infelizmente, chegamos nesse parque muito tarde (por falta de organização e por perdermos tempo em dois brinquedos chatinhos hehe) e só conseguimos ir na Space Mountain e na montanha-russa do Indiana Jones, mas conseguimos passear pela Discovery Land e Adventure Land e, claro, vimos o principal: a estonteante parada que acontece às 17h00 na Main Street Usa e o show de encerramento no Castelo da Bela Adormecida. Emocionante!

Vale à pena Disney Paris
Vale à pena Disney Paris


Depois que os parques fecharem, não se esqueça de conhecer a Disney Village, uma espécie de "Disney Springs" de Orlando com lojas, restaurantes e fliperama. Falando em restaurantes, dentro dos parques da Disney há diversos restaurantes deliciosos com todos os tipos de comida, mas infelizmente as únicas dicas que posso dar baseada na minha experiência é comer no McDonald's da Disney Village que é mais barato ou no Rainforest Cafe, onde almocei quando visitei o Animal Kingdom.

Vale à pena Disney Paris

Fast Pass e Single Rider - Dicas para aproveitar o tempo


Em ambos os parques, há um sistema chamado Fast Pass que permite ao visitante agendar um horário para determinada atração, o que é bastante útil para evitar filas gigantescas. Em Paris, o Fast Pass é um bilhete físico que o visitante pega nas cabines próximas aos brinquedos. Nem todas as atrações possuem Fast Pass, mas é possível utilizá-lo Space Mountain, Indiana Jones e o Templo da Perdição, Startours, Buzz Lightear Laser Blasts e Big Thunder Mountain Road (Disney Land Paris) e na Rock n' Roller Coaster Aerosmith, Torre do Terror, Carpetes Voadores e no brinquedo do Ratatouille (Disney Studios). Algumas atrações ainda oferecem a opção de Single Rider, para aqueles que não se importam de ir com desconhecidos na mesma atração e ocupar o quarto assento em um vagão com três pessoas de um mesmo grupo, por exemplo. Geralmente, as filas para os single riders são bem mais rápidas.

Outra opção excelente para evitar perder tempo é ficar de olho no tempo de espera para as atrações. Em todas as atrações há um relógio indicando o tempo de espera (com uma estimativa bem fiel) e em alguns pontos estratégicos dos parques há um painel indicando o tempo de espera de todas as atrações. Para quem tiver Internet no celular, o recomendado é baixar o aplicativo da Disney Paris para ter maior comodidade. O aplicativo apresenta não só o tempo das atrações, como também mapa, localização dos personagens, restaurantes na volta e muito mais. Infelizmente, a Disney de Paris ainda não disponibiliza Wi Fi gratuito como Orlando, o que torna essa última opção inacessível para quem não tem Internet.

Vale à pena Disney Paris


Vale à pena ir para Disney de Paris?


É verdade que como fã incondicional da Disney eu sou suspeita para falar, mas minha resposta - bem clara desde o início do artigo - é que vale à pena ir para Disney. Quem é fã dos filmes ou está procurando uma atração diferente para a viagem na Europa, não pode perder a oportunidade de conhecer a Disney Europeia, porque é um lugar mágico e inesquecível. Mesmo quem já foi para Orlando ou para outra Disney certamente vai se maravilhar de novo e matar a saudades, e quem nem gosta tanto dos filmes da Disney, certamente ficará encantado com a parada, o show de encerramento e se divertirá um monte com as tantas atrações que os parques oferecem. Minha recomendação é que quem for passar poucos dias em Paris deve pensar um pouquinho (mas não muito!) se prefere ir à Disney ou explorar um novo canto da cidade, mas a verdade é que quem escolher a Disney certamente não vai se arrepender!

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Crítica: A Bela e a Fera


quarta-feira, 19 de abril de 2017



Na onda de reviver clássicos como Mogli e Cinderela, a Disney resolveu adaptar uma de suas mais famosas obras, a primeira animação a concorrer ao Oscar de Melhor filme: A Bela e a Fera.

A Bela e a Fera


A Bela e a Fera é uma história já conhecida por todos: um arrogante príncipe, ao recusar estadia para uma feiticeira em virtude da sua aparência, é transformado em fera e vê amaldiçoado todo o castelo. A garota capaz de quebrar a maldição é Bela (Emma Watson), uma jovem que se sente deslocada na sua aldeia porque as pessoas a julgam estranhas por ter o hábito de ler, mas, por ser muito bonita, é constantemente galanteada por Gaston (Luke Evans), um homem rude e narcisista que é visto como o herói do lugar. Quando o pai de Bela (Maurice, interpretado por Kevin Kline) se perde na floresta e busca abrigo no castelo da Fera (Dan Steves), resolve pegar uma rosa para levar à filha, mas a Fera fica irritada com o intruso e o aprisiona. Bela resolve trocar de lugar com o pai e passa a viver como prisioneira da Fera, porém, acaba descobrindo alguém sensível e carinhoso por trás do monstro.



Para viver o papel de uma das mais queridas princesas da Disney, o estúdio aposta na eterna Hermione Granger: Emma Watson, que, além da aparência, tem um perfil muito parecido com a personagem e atua em várias causas feministas. A atuação da atriz não chega a ser memorável - nenhuma é, na verdade -, mas a primeira cena do filme emociona e é fantástico ver a música "Minha Aldeia/Belle" ser interpretada tal qual no desenho. Impossível não se emocionar, também, com a cena do baile de A Bela e a Fera (ao meu ver, a melhor parte do filme), e se deslumbrar com À Vontade/Be Our Guest. Todas as coreografias são bem executadas e o filme nos encanta com as cores e a energia de cada número musical.

Gaston


Quanto às atuações, não há muito que se dizer de Dan Steves (Fera) e mesmo Emma Watson parece se confundir com os efeitos especiais para construção da Fera, mas os maiores destaques do filme são Luke Evans e Josh Gad. Enquanto Luke Evans desempenha com exatidão o Gaston mostrado no desenho, Josh Gad traz novas nuances à Lefou, que deixa de ser apenas um alívio cômico para contestar as atitudes do vilão, pelo qual fica nítido o interesse amoroso - é uma pena que o primeiro personagem gay da Disney seja tão submisso a um homem como Gaston. Entre a mobília, a voz de Ian McKellen (Horloge) é sempre bem vinda e Ewan McGregor consegue dar um sotaque charmoso ao candelabro Lumière.

A Bela e a Fera


Apesar de ser uma fiel adaptação do desenho da Disney, o novo filme traz pequenas inovações na história, utilizando elementos do conto de fadas original (o pai da Bela roubar uma rosa, por exemplo), ambientando-se em uma França mais realista, nos apresentando uma Bela inventora e explicando o que aconteceu com a mãe de Bela. Pode até ser interessante, mas há pouca relevância em saber o passado da Bela e as novidades não são suficientes para justificar os 55 minutos de diferença entre um filme e outro. Mesmo as músicas novas (muito bem executadas, é verdade) não têm a mesma emoção que as canções antigas e a própria história - repleta de móveis falantes e fantasia - é muito mais compatível com uma animação do que com um filme com atores reais. A conclusão é óbvia: o novo filme não supera o desenho.

A Bela e a Fera


A Bela e a Fera pode não superar o desenho e, ao meu ver, ser um remake desnecessário, já que pouco acrescenta a uma história que até os dias de hoje se mantém atual e encantadora. Porém, é incrível ver uma animação tão querida transpassada para nossa realidade, de modo que A Bela e a Fera nos conquista pela nostalgia e pela beleza, nos mostrando que uma história tão antiga quanto o tempo é capaz de encantar diversas gerações.

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Crítica: Moana - Um Mar de Aventuras


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017



Lançamentos como Valente e a recente febre de Frozen - Uma Aventura Congelante nos remete ao que chamamos de renascença da Disney. Se na década de noventa, a Disney voltou a produzir importantes filmes como A Bela e a Fera, Mulan e Pocahontas, atualmente está dando espaço a uma diversidade que não era tão aparente antes, mas muito bem-vinda. Entre os expoentes da nova geração, está o excelente Moana - Um Mar de Aventuras, cuja protagonista é uma verdadeira heroína.

Moana


Moana é a filha do chefe de uma tribo da Polinésia, que há algumas gerações vive feliz na mesma ilha. Quando curiosos problemas acometem a ilha - como falta de peixes e vegetação escurecendo - e ninguém sabe a solução, a vó de Moana conta sobre uma antiga lenda, de que há muitos anos o semideus Maui teria roubado o coração de Teh Kah e, assim, provocado mudanças negativas pelo globo. Moana, que sempre se sentiu muito atraída pelo mar e acaba descobrindo um grande segredo sobre seus ancestrais, parte em uma verdadeira aventura em busca do semideus Maui para, juntos, devolverem o coração da divindade e salvarem a tribo.



A história de Moana é essencialmente uma aventura e, para isso, não é necessário uma princesa indefesa ou sequer um interesse romântico. Moana é uma menina decidida, corajosa e, apesar de querer desbravar o mar desde pequena, sempre coloca os interesses da tribo em primeiro lugar, mostrando que será uma excelente chefe no futuro. Por outro lado, seu companheiro de aventuras é ninguém menos que Maui, um semideus bastante exibido - apesar de fora dos padrões 'físicos' que se espera de um semideus - que, veja só, tem características boas e ruins, assim como Moana. Ora Maui é despreocupado, ora debochado, ora amigo e ora preocupado em ajudar, talvez acrescentando mais um feito às suas inúmeras tatuagens. Por falar em dualidade, um dos aspectos mais notáveis do filme é justamente a mensagem final, que foge do maniqueísmo típico da Disney e se aproxima de mensagens espirituais não tão óbvias que são recorrentes em filmes do Studio Ghibli, por exemplo.

Moana


Além dos personagens em geral serem bem interessantes, é importante destacar como a cultura tribal é representada em Moana: as histórias, as tatuagens, os traços étnicos, as lendas, tudo retratado em músicas cativantes que despertam ainda mais a curiosidade do espectador. Destacam-se as músicas You 're Welcome (Dwayne Johnson, no original), How Far I’II Go (por Auli'i Cravalho) e Shiny (por Jemaine Clement), esta última uma cena que eu até achei deslocada, mas não posso falar mal depois de ouvir algumas mil vezes o glam rock inspirado no David Bowie. Para criar essa atmosfera lúdica e tropical, a equipe do filme nos entrega um trabalho de excelência técnica, em que a água é animada como um ser próprio e há riqueza nos detalhes tanto no fundo do mar quanto nas expressões dos personagens.



Com uma história divertida e mensagens importantes, certamente Moana - Um mar de aventuras (e que mania persistente de colocar subtítulos!) é um filme diferenciado, seja por sua qualidade técnica, seja por, com a maior naturalidade, retratar o significado da palavra "empoderamento". Moana é um ótimo filme de aventura, que a princípio é tão bom como tantos outros da Disney, mas tal como o oceano, guarda diversos significados nas profundezas.

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Crítica: Procurando Dory


domingo, 14 de agosto de 2016



Não é sempre que a Disney produz boas continuações, e a desconfiança aumenta ainda mais quando se trata de um filme querido que fez parte da infância de muita gente. No entanto, a qualidade da Pixar é comprovada a cada curta-metragem e cada novo filme, sendo válida a expectativa pelo filme Procurando Dory, “continuação” de Procurando Nemo. Procurando Dory começa com a infância da adorável peixinha, criada com todo o amor pelos pais que tentam da melhor forma possível lidar com a perda de memória recente da filha. No entanto, Dory se perde da família e, após muito tempo os procurando, acaba esquecendo dela. A aventura começa depois dos eventos do filme “Procurando Nemo”, quando uma série de flashbacks vem à tona e Dory resolve procurar seus pais, que estão em Morro Bay, Califórnia. Assim, Dory começa sua busca pela família, ao mesmo tempo em que Marlin e Nemo vão atrás da desmemoriada peixinha.



Assim como o filme anterior, Procurando Dory é um filme sobre família, mas consegue ser original porque a ‘busca’ pelos pais também é um exercício de autoconhecimento e a história de Dory é muito bem explorada ao longo do filme. O grande mérito de Procurando Dory, no entanto, é abordar de uma maneira leve, porém constante, um tema bastante importante: deficiências. Se Dory era apenas o alívio cômico do primeiro filme, agora acompanhamos como é viver com seu problema de memória, como ele afeta suas relações e como a peixinha lida com as dificuldades. Os novos coadjuvantes também têm algum tipo de deficiência, mas todos conseguem viver com elas e superá-las. Nesse contexto, é uma pena que Geraldo seja responsável por cenas “engraçadas” – e infelizmente eu reconheço isso – na qual as outras focas não querem sua presença, pois acho que destoou da mensagem que o filme queria passar.



Se a qualidade técnica de ‘Procurando Nemo’ era excelente há mais de dez anos atrás, é incrível como os cenários estão mais realistas e até mesmo escamas são visíveis nos peixes. O roteiro reaproveita algumas situações presentes em Procurando Nemo, como uma cena de perseguição, e acrescenta um final cartunesco e infantil, mas em alguns momentos consegue emocionar o telespectador, principalmente nas cenas protagonizadas pelos pais de Dory. É claro que os outros personagens não são tão aprofundados quanto Dory, mas ao lado de uma peixinha tão alegre, foi um acerto colocar um personagem tão amargo quanto o polvo Hanks, que sofre de stress pós traumático e não quer voltar para o oceano.



Apesar de ser uma “continuação”, Procurando Dory tem autonomia própria e se sustenta como um filme diferente, com personagens únicos e um roteiro que lembra, mas é independente do filme antecessor. O novo filme perde em comparação à “Procurando Nemo”, mas deve ser avaliado em separado: não restam dúvidas do protagonismo de Dory e como o novo filme se sustenta sozinho, de modo que Procurando Dory é um filme divertido e extremamente bem-vindo para os fãs da Pixar.


Esse blog está participando do BEDA e terá postagens novas diariamente em agosto

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#Blogueiros Geek: 5 lições que aprendi com os clássicos da Disney


segunda-feira, 30 de novembro de 2015





Oi pessoal! Sei que é o último dia do mês, mas não podia deixar de participar de mais uma maravilhosa postagem coletiva do grupo Blogueiros Geeks, ainda mais quando o tema é sobre algo que eu tanto adoro desde pequena: Disney. O Top Cinco é uma lista de cinco lições que aprendi com os clássicos da Disney <3

É preciso aceitar as diferenças




Independentemente de cor, raça, religião, aparência física e estilo de vida, todas as pessoas merecem respeito e a intolerância só leva à más consequências. Quando a aparência interior prevaleceu sobre a física, a Bela se apaixonou pela Fera. Quando Pocahontas e John Smith se conheceram melhor, se apaixonaram e compreenderam que o preconceito e medo do desconhecido só levaria à guerra e dor. Kenai precisou estar na pele de um urso para aprender a ter empatia pelo próximo, seja humano ou animal. E por fim, como mesurar a profundidade de um filme como O Corcunda de Notredame, em que o salvador de Paris é um homem feio de bom coração, o religioso Juiz é injusto e preconceituoso e uma das mais personagens mais encantadoras é uma cigana que, sem abandonar suas crenças, reza na Igreja pedindo tolerância e compaixão com os proscritos? Aliás, é isso que precisamos ter com todos, sejam religiosos ou ateus, sejam ricos ou pobres: compaixão.

Ohana quer dizer família




Um dos temas mais valiosos que constantemente é retratado pela Disney é a importância da família. Em alguns filmes, como Procurando Nemo e Valente, a família pode até se desentender, mas se amam e fazem de tudo para salvar o outro. Em outros filmes, como Lilo & Stitch e Irmão Urso, aprendemos a ser uma família e amar cada membro, mesmo que ele seja um alienígena ou não seja irmão de sangue. Há também filmes que aprendemos que o amor também reside na família, como Frozen, e outros que aprendemos que a família unida é mais poderosa, como Os Incríveis. Em todas essas animações, a mensagem é a mesma: família é a base. Uma família unida é uma família mais forte, mais feliz, que você pode contar. Por esse motivo, é tão importante valorizar nossa família, superar discussões eventuais e deixar o amor prevalecer, afinal, família quer dizer nunca mais abandonar ou esquecer.

A Tristeza é uma emoção fundamental, e está tudo bem chorar




O objetivo maior do ser-humano é alcançar a felicidade, livrar-se de tristezas. É por esse motivo que todos os filmes da Disney terminam com um "felizes para sempre", porque é como esperamos ficar depois de tudo que enfrentamos. Mas a Disney também ensina que está tudo bem chorar, e que a tristeza nem sempre é ruim. Em Divertida Mente, por exemplo, Alegria mediu incansáveis esforços para que a vida de Riley fosse extremamente feliz, mas não entendeu que a Tristeza tem um papel fundamental: a Tristeza é responsável pela empatia, pela saudade, por reconhecermos nossa fragilidade e assim, amadurecermos. Além disso, a Tristeza também é responsável por ocasionar momentos felizes, pois é na dificuldade que vemos quem realmente está no nosso lado, e é reconhecendo a tristeza que reconhecemos também a alegria.

Para sempre é muito, muito tempo, mas as boas memórias ficam




Entre tantos 'felizes para sempre', a Disney fez um filme delicado, bonito e profundamente realista sobre amizade: O Cão e a Raposa. O filme conta história de Tobby e Dodó, um cão e uma raposa que se conhecem na infância e viram grandes amigos, ignorando as diferenças e o fato de serem inimigos naturais. Infelizmente, Tobby é levado por seu dono para ser treinado como um cão de caça e, quando se reencontram, já crescidos, as coisas não são como eram antes. Muitas coisas aconteceram e a vida afastou os dois, que tomaram rumos diferentes e não podiam mais brincar juntos. O cão e a raposa deixaram de ser melhores amigos e se afastaram, mas as boas lembranças permaneceram e no fim, de uma forma tênue, saudosa e dolorosa, aquele sentimento de amizade prevaleceu.

O amor pode mudar tudo




Essa é a lição mais bonita, poderosa e, dependendo de nós mesmos, verdadeira: o amor pode mudar tudo. Só podemos aceitar as diferenças quando aprendemos a ter amor ao próximo - não é isso que Kenai fez? Aprendeu a amar os ursos? E será que Stitch entenderia que Ohana quer dizer família se fosse criado em um ambiente sem amor? A tristeza também, só gera empatia e saudades se houver amor no coração... E, para lembrarmos com carinho dos velhos tempos, carregarmos aquelas antigas amizades no coração, é preciso ter amor. Da mesma forma, é preciso amar a si mesmo, amar o que faz, amar os outros. All you need is love!



E para vocês, quais lições foram mais marcantes? Concordam com as escolhidas? Não deixem de comentar!

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Magic Kingdom: Disney's Electrical Parade


segunda-feira, 21 de setembro de 2015



Oi pessoal! Três meses atrás, o tema escolhido para o projeto fotográfico 7 on 7 foi Luzes, mas a postagem totalmente improvisada resultou na minha pior participação no projeto. Acontece que as fotos que eu pensei em usar caso não fotografasse o tema estavam no celular do meu namorado, mas agora que ele me passou finalmente posso me redimir. Sendo assim, resolvi falar um pouquinho mais da minha Viagem para Orlando e mostrar para vocês algo que iniciou a viagem com chave de ouro: a Disney's Electrical Parade, no Magic Kingdom.

Disney Electrical Parade


Quem acha que o show de fogos de artifício é o momento mais emocionante do Magic Kingdom não pode deixar de assistir a Disney's Electrical Parade, a última parada antes do encerramento do parque. Ela ocorre na Main Street e conta com toda uma tecnologia para trazer carros com efeitos especiais, luzes de LED e claro, nossos personagens preferidos da Disney.

Disney Electrical Parade Disney Electrical Parade

Disney Electrical Parade Disney Electrical Parade Disney Electrical ParadeDisney Electrical Parade


Na parada foi possível ver a Sininho, Alice, Pateta, Minnie, Pinocchio, Capitão Gancho, Branca de Neve e os Sete Anões e muitos outros personagens, tanto protagonistas quanto secundários. Todos eram muito simpáticos, os dançarinos eram ótimos e pareciam 'entrar no papel' - as irmãs da Cinderella estavam brigando e o Príncipe Encantado até piscou para mim. Além da Electrical Parade ser muito bem feita tecnicamente falando, ela é linda, fantástica e traz a tona tudo que a Disney proporciona: encanto e magia. Espero que tenham gostado da foto e, se um dia visitarem o Magic Kingdom, não deixem de assistir essa parada <3

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