Guia dos Museus do Vaticano - Ingressos, dicas e o que ver


sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Os Museus do Vaticano são um conglomerado de pequenos museus conglomerados nos antigos aposentos do palácios que pertenciam aos papas de outras épocas, fundado em 1506 pelo Papa Júlio II. Chamá-lo de um dos mais fascinantes de todos os tempos não é exagero: os Museus do Vaticano reúnem uma extensa coleção de arte seculares, algumas dentre as quais as mais importantes da humanidade.

Dicas Museus do Vaticano Dicas Museus do Vaticano

Não é apenas arte sacra que se encontra nos Museus do Vaticano. Algumas peças remontam do Antigo Egito e outras civilizações antigas, outras associam-se aos mitos gregos e os deuses da Roma Antiga, e outras foram produzidas nas eras de ouro da arte, durante o renascimento, pelos melhores artistas da história. Confira algumas dicas e informações sobre a visita aos Museus do Vaticano, bem como

Ingressos para os Museus do Vaticano


Os ingressos para os Museus do Vaticano custam XX e incluem também a entrada na Capela Sistina. Comprando pela Internet, o valor sai um pouco mais caro, mas vale muito à pena: as filas são gigantescas e demoram mais de uma hora, já comprando pela internet é possível ir direto para a entrada. No último domingo de cada mês, entrando até às 12h30 o ingresso é grátis, e os museus também são gratuitos no dia do turismo (27 de setembro).

Dicas Museus do Vaticano Dicas Museus do Vaticano


Compramos o ingresso no Site Oficial com audio-guia e vale muito à pena, porque são muitas obras importantes e o passeio fica bem mais completo quando se sabe o contexto histórico ou significado de determinada obra de arte. Também é possível alugar o audio-guia no balcão que fica passando a bilheteria e subindo a escada rolante, por 7 euros. Aproveite para pegar um mapa.

Dicas e orientações gerais


1. Compre o ingresso antecipado para evitar filas. Caso resolva encarar as filas, tente ir no horário da abertura, às 09h, ou no horário do almoço.
2. Vista-se conforme às regras da Igreja. No Vaticano, não é permitido o uso de bermudas, minissaias, chapéus, nem blusas sem mangas.
3. Fique atento às obras assinaladas com a placa com o número 100, são as mais importantes dos Museus do Vaticano.
4. Pouco depois da entrada, são apresentados dois caminhos. Faça o mais longo, pois assim, verá as Salas de Rafael.
5. Não se esqueça que é proibido tirar fotos na Capela Sistina.

Dicas Museus do Vaticano Dicas Museus do Vaticano

O que ver nos Museus do Vaticano

O passeio pelos Museus do Vaticano leva cerca de quatro horas para ser feito, mas pode ser mais demorado dependendo do seu interesse por arte. Como já referido, são dois percursos que levam até a Capela Sistina, mas recomendo seguir o longo porque é muito mais completo e por causa das Salas de Rafael, onde fica uma das minhas obras preferidas (Escola de Atenas).

Dicas Museus do Vaticano Dicas Museus do Vaticano

Os Museus do Vaticano são compostos por 54 galerias, então é muita coisa para ver e muitas obras impressionantes 'perdidas' entre tantas outras. As principais galerias são: Museu Pio Clementino, Museu Gregoriano Etrusco, Museu Gregoriano Egípcio, Pátio da Pinha, Museu Chiaramonti, Braccio Nuovo, Galeria dos Candelabros, Galeria das Tapeçarias, Galeria dos Mapas, Aposentos de São Pio V, Sala Imaculada Conceição, Salas de Rafael, Apartamentos Borgia e, claro, a Capela Sistina. Utilizamos o mapa que pegamos no balcão de informações e nosso audioguia para saber das obras, sempre focando naquelas que nos chamavam atenção e nas que estão entre as 100 mais importantes. Esses são os momentos que eu mais gostei:

1. Visitar o Museu Egípcio e ver uma múmia de verdade
2. Ver a estátua Laocoonte e de seus filhos
3.Visitar a incrível Galeria dos Mapas
4. Prestar atenção nos detalhes da arquitetura e dos afrescos no teto
5. Ver ao vivo a obra Escola de Atenas, na qual Rafael Sanzio representou Platão apontando para o céu e Aristóteles apontando para o chão
6. Conhecer centenas de obras renascentistas e me apaixonar por cada uma delas
7. Entrar na grandiosa Capela Sistina, ver o quadro A Criação e ficar vários minutos admirando e refletindo sobre O Juízo Final, ambos de Michelângelo.

Dicas Museus do Vaticano Dicas Museus do Vaticano

Depois de visitar os Museus do Vaticano, finalmente fomos conhecer a belíssima Piazza di San Pietro e, apesar de não ter conseguido subir na cúpula por causa do horário, mais emoções nos aguardavam na Basílica de San Pietro. Mas isso é tema para um outro post. Espero que tenham gostado e que este guia tenha ajudado a preparar uma visita aos Museus do Vaticano!

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Passeios alternativos em Orlando


sexta-feira, 26 de abril de 2019

Viajar para Orlando é passar dias inesquecíveis na Disney, visitar os parques da Universal, estar diante de um mundo verdadeiramente encantado, onde todos os sonhos são realidades. Isso tudo é verdade e esses são os objetivos principais de quem viaja para lá, mas você sabia que Orlando e as cidades ao redor têm muito mais para oferecer? Pensando nisso, resolvi escrever essa postagem sobre passeios alternativos em Orlando, contando um pouco da minha experiência.

Espetáculo La Nouba, Cirque du Soleil


Se você nunca foi no Cirque du Soleil, prepare-se para uma noite incrível. O La Nouba é um espetáculo exclusivo que fica na permanentemente na Disney Springs (antiga Downtown Disney), retratando de forma extremamente lúdica os sonhos humanos. Conta com acrobatas, palhaços, dançarinos e todos os artistas possuem habilidades incríveis, nos deixando fascinados com sua performance. Tanto a iluminação quanto as vestimentas são muito bonitas e o show é um verdadeiro espetáculo visual, mas o que realmente chama atenção para mim é a trilha sonora, que casa perfeitamente com as apresentações. A princípio, achei que era apenas uma ótima edição de som - até me dar conta que uma verdadeira orquestra estava tocando.



Passear pela Disney Springs


A Disney Springs é o centro comercial da Disney, contendo lojas, restaurantes, teatro e algumas atrações. Ele é aberto ao público e lá podemos comprar não só artigos da Disney como também de várias outras lojas, mas o destaque para mim é a Loja Lego (com uma escultura gigante da Malévola dragão na frente!) e a World of Disney, a maior loja Disney do mundo. O restaurante mais legal é o Rainforest Café (também instalado no Animal Kingdom), o lugar é super gosto de passear e ainda, podemos visitar o Disney Quest, um prédio de cinco andares dedicado só para jogos de fliperama. Infelizmente, ouvi dizer que essa atração vai fechar em 2016, então quem viajar antes tem que conhecer esse parque.



Fazer compras em outlets (e até mesmo no mercado)


É claro que viajar para os Estados Unidos dá vontade de encher nossas malas de roupas, maquiagens, eletrônicos e por aí vai. A verdade é que, mesmo com o dólar alto, tudo isso é muito mais barato lá e produtos que aqui custam mais de noventa reais podem ser adquiridos por dez dólares. Além disso, os outlets são um verdadeiro paraíso de compras, com várias lojas recheadas de descontos e promoção em cima de promoção, de modo que o produto que originalmente custava cinquenta dólares pode acabar saindo por quinze! Apesar do charme dos outlets ser insubstituível, também vale a pena dar uma olhada nos grandes mercados dos EUA, que em geral tem uma grande variedade de produtos de cabelo, maquiagem e outros itens para casa.



Conhecer Winter Park


Se você tem um dia livre no seu roteiro, não deixe de conhecer Winter Park, uma cidade que fica há trinta minutos de Orlando e é famosa por ser um refúgio de inverno, com vários parques municipais, lojas e restaurantes. A cidade tem um ar europeu e, tirando a influência germânica, é parecida com Gramado e deve lembrar Campos do Jordão, porque é um lugar tranquilo e muito bonito. Não deixe de fazer o Scenic Boat Tour, um passeio imperdível para conhecer a região. Para saber mais, clique aqui e leia minha postagem sobre Winter Park!



Visitar o Kennedy Space Center (NASA)


Não se trata de um "parque da Nasa", e sim A NASA, a agência responsável por pesquisas e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial. O Centro Espacial John F. Kennedy fica há uma hora de Orlando e é um dos principais pontos turísticos da Florida, já que tem ônibus com guia que passam próximos a várias áreas restritas, tem museu, vários documentos expostos e até mesmo veículos, como um do lançamento da Saturn V e uma cápsula Apollo. O Kennedy Space Center também conta com uma simulação de lançamento e aterrissagem da Apollo 11 e, apesar de não ter sido meu passeio preferido e nem ser indispensável, é interessante para quem se interessa por viagens espaciais.



Gostaram das dicas? Eu também fui em outros parques menos procurados, que vocês podem conferir nesse link. Se você viajou para Orlando e visitou algum lugar inusitado, não deixe de compartilhar sua experiência nos comentários (:

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Viagem: Fotos com os personagens da Disney!


sexta-feira, 12 de abril de 2019



Oi, pessoal! Já compartilhei no blog várias postagens relativas a minha Viagem para Orlando e em muitas delas apareço ao lado de algum personagem querido da nossa infância. Hoje vim compartilhar com vocês as fotos que tirei com os personagens da Disney e explicar um pouco mais sobre elas!



Os personagens da Disney são bastante procurados e alguns localizam-se em atrações (você deve visitar um local, pegando fila) ou pontos estratégicos espalhados pelos parques, em determinados horários. Os artistas realmente entram nos personagens e são muito simpáticos, retratando fielmente o personagem no universo Disney. É muito bacana interagir com eles e o curioso é que eles nunca estão no mesmo horário em dois lugares diferentes - como você vai explicar para uma criança que eu tirei foto com a Minnie no Magic Kingdom no mesmo horário em que ela viu a Minnie no Epcot? Existem mais de uma? É um adulto numa fantasia? Eles realmente levam a ambientação a sério e isso torna tudo muito mágico!



Os personagens que estavam em suas respectivas atrações foram a Ariel (Magic Kingdom), Woody e Buzz (Hollywood Studios), Aladdin e Jasmine (Epcot), Minnie, Mickey e Pateta (Epcot). Quando eu digo "atrações" é porque há um local destinado especialmente ao encontro com esses personagens e podemos usar o fast pass para deixar de encarar as filas. Os personagens que eu conheci tinham filas bem moderadas, mas no Hall das Princesas (Magic Kingdom) a espera era de três horas só para conhecer a Elsa. Por isso, usem bem seu fast pass!



Já outros personagens ficam espalhados pelos parques, normalmente com hora marcada. É sempre bom olhar nos folhetos para saber quando e que dia encontramos o personagem em determinado lugar, e chegar lá com um pouco de antecedência. Nesses casos, não é possível usar fast pass, mas as filas são bem menores. Me programei para conhecer a Mulan só, os outros personagens encontrei por aí e tirei foto (:



As fotos sempre são tiradas por um fotógrafo oficial e você ganha um cartãozinho para, querendo, efetuar a compra. O problema é que custa em torno de quinze dólares cada foto e acaba ficando caro para nós brasileiros. Por isso, não tenha vergonha de tirar a foto oficial e depois, pedir para que tirem uma foto no seu celular ou câmera - todo mundo faz isso! Claro que normalmente não são tão bem tiradas quanto pelos fotógrafos profissionais, mas pelo menos é mais prático para postar no Instagram hehehe



Só de olhar as fotos já dá para saber que eu voltei a ser criança na Disney, haha. Espero que tenham gostado da postagem, não deixem de conferir os outros artigos que escrevi sobre os parques!

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Solicitando o Visto Americano - minha experiência


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Oi pessoal! Quando fui fazer meu visto tive muitas dúvidas e, apesar de me informar direitinho sobre a documentação necessária, o procedimento e tudo o mais, senti falta de alguém dizendo como realmente é, se havia motivos para ficar nervosa ou até mesmo como chegar ao consulado. Resolvi fazer essa postagem não para substituir as informações oficiais, mas para compartilhar a minha experiência com vocês!



Para visitar os Estados Unidos – seja por turismo, tratamento médico ou qualquer outra coisa – é necessário ter o Visto Americano. A primeira etapa para isso é preencher com bastante atenção o Formulário online DS-160 para só então, depois de o confirmado o pagamento da taxa do visto (MRV), realizar o agendamento no Centro de Atendimento de Solicitante ao Visto (CASV) e a entrevista no Consulado caso necessária. Todos esses passos estão explicados na página da Missão Diplomática dos Estados Unidos – Brasil. Muitas agências fazem esse serviço, mas não acho que valha a pena contratá-las porque será um gasto extra para uma coisa que pode ser feita quase intuitivamente, seguindo os passos da prória página da Missão Diplomática dos EUA no Brasil.

Primeiro marcamos a entrevista no Consulado e depois a visita ao CASV em um dos oito dias úteis anteriores. Na época que fiz, não tinha consulado em Porto Alegre, mas pude realizar a primeira etapa no CASV da minha cidade e foi bastante simples: com o celular desligado, passaporte em mãos e formulário DS-160 impresso, passei por uma fila onde verificavam esses documentos, tirei a foto que consta no meu visto (atenção meninas: tive que prender minha franja!) e coletaram minhas impressões digitais, tudo muito rápido. Agendei a visita ao CASV para 10h, cheguei às 09h40 e, como fui atendida mais cedo, 10h05 já tinha terminado.



A ‘segunda etapa’ é a entrevista no Consulado, realizada nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Porto Alegre. Na época que eu fiz o visto, não tinha Consulado em Porto Alegre e, como sou paulistana, aproveitei para conhecer minha cidade, e fui de metrô/trem para o consulado que fica na Rua Henri Dunant, nº 500, há dez minutinhos do shopping Morumbi. Assim como no CASV, eles adiantavam a entrevista de quem chegasse mais cedo, mas também parece que tinham um cuidado com quem chegasse no horário. São várias filas: uma para entrar no Consulado, outra para apresentar os documentos, outra para a revista (apesar de ser proibido, muitas pessoas puderam entrar com mochilas e bolsas. Não arriscaria) e finalmente, aguardávamos no local até sermos chamados para outra fila da entrevista.

O horário marcado era 10h40, cheguei ao Consulado com uma hora de antecedência e pouco depois das 11h estava liberada! A entrevista não é nada formal: são vinte ‘guichês’ semelhantes a um banco, de modo que temos que aguardar a pessoa da frente ser entrevistada. Como o casal na minha frente teve seu visto negado, eu fiquei um tanto nervosa com essa possibilidade, mas a entrevista foi bem rápida e bastante tranquila, já que o objetivo era comprovar o vínculo com o país.



Os documentos obrigatórios são o formulário DS-160 e o passaporte, mas me recomendaram levar comprovante de residência, de renda, atestado de matrícula na faculdade, enfim, tudo que me ajudasse a provar minha intenção de voltar para o Brasil. No final, não precisei apresentar nenhum documento adicional – perguntaram sobre minha faculdade, quem custearia a viagem e o trabalho do meu pai. Mesmo assim, é importante estar preparado para qualquer eventualidade e saber responder o motivo da viagem, como será financiada, quanto tempo ficará, entre outras informações pessoais.

Bem gente, espero que essa postagem tenha ajudado um pouco e que vocês fiquem um pouco mais tranquilos quanto a entrevista no consulado! Preenchendo o formulário corretamente e sabendo explicar e comprovar o motivo da viagem, não há motivos para se preocupar: pensem que esse é o primeiro passo de um grande sonho.

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Dicas gerais sobre minha viagem para Montevidéu


sábado, 10 de junho de 2017

Dicas de Viagem para Montevidéu


Oi, pessoal! Infelizmente, chegamos ao fim da nossa série de postagens sobre a minha viagem para o Uruguai! Nas demais postagens, contei detalhadamente sobre cada lugar que visitei e, agora, resolvi compartilhar informações mais "técnicas", sobre quanto custou a viagem, em qual hotel me hospedei, como é a segurança de Montevidéu, etc. Espero que ajude!

O pacote


Montevidéu


Fechamos com uma agência que não existe mais um pacote de excursão cinco dias (três diárias) incluindo o transporte em ônibus leito luxo, três pernoites no Hotel Embajador (com café da manhã incluso), City Tour pela Colônia del Sacramento e dois guias que acompanharam o grupo durante toda a viagem, além de uma festa de ano novo. O roteiro ficou o seguinte:

28/12/2016: Embarque em Porto Alegre às 22h, rumo ao Uruguai
29/12/2016: Chegada ao Uruguai pela manhã, tour por Punta del Este e visita à Casapueblo. Chegada à Montevidéu final da tarde.
30/12/2016: Tour por Colônia del Sacramento
31/12/2016: Tour por Montevidéu e festa
01/12/2016: Retorno à Porto Alegre, com pausa para almoço e compras no Chuy.

Foi bastante cansativo, mas nosso tempo foi otimizado para conhecer da melhor forma possível esses lugares e conhecemos muitos lugares inesquecíveis, como a Casa Pueblo, Teatro Solis, Mercado del Porto, etc. Pelo que andei pesquisando, essa viagem varia entre R$ 700,00 até R$ 1.100,00 saindo de Porto Alegre, dependendo da agência escolhida, mas eu recomendo a Moving Turismo, parceira do blog que frequentemente faz viagens para o Uruguai nos feriados. Foram os donos da Moving que nos acompanharam como guias nessa viagem, e gostei tanto que viajarei com a Moving para Buenos Aires no Corpus Christis! Sobre a experiência de viajar de excursão, contei tudo sobre minha primeira vez nesse post.

A Viagem de Ônibus


Viagem em excursão /></a>
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A viagem de Porto Alegre para Montevidéu é bastante cansativa porque são cerca de doze horas de distância, mas graças ao nosso itinerário foi bem tranquilo e dependendo da perspectiva mais vantajoso do que ir de avião, porque na época que fomos saiu infinitamente mais barato e tivemos oportunidade de conhecer cidades que não conheceríamos caso fossemos direto para Montevidéu. No caso, dormimos durante à noite e, durante o dia, a caminho de Montevidéu, visitamos Punta del Este e a Casapueblo. Na volta, foi possível passar em Chuy para fazer compras nos Duty Free. Quanto ao ônibus em si, era bastante confortável e eles exibiram alguns filmes (não muito bons, é verdade hiueheu) durante a viagem de volta. O único problema é que o ar condicionado era muuuito frio e eu passei a noite congelando! Mas isso foi experiência minha, que levei uma mantinha (sim, de pescoço huiehiue) enquanto os outros passageiros estavam quentinhos e confortáveis com seus cobertores. Da próxima, eu não erro!
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<h2><center>Câmbio & quanto dinheiro levar</center></h2><br>
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<a href=Cassino Montevidéu

Atualmente, 100 reais brasileiros equivalem à 872 pesos uruguaios (dados de Jun/2017) e o recomendado é fazer a troca de reais por pesos direto no Uruguai, porque as casas de câmbio têm valores bem mais vantajosos e, pelo menos em Montevidéu, estão em qualquer lugar, não havendo necessidade de trocar todo o dinheiro logo de cara. Em relação à quanto dinheiro levar, os valores são bastante relativos porque dependem do perfil de cada viajante, se há interesse em ir nas atrações pagas, almoçar nos melhores restaurantes, etc. Tirando as compras nos Duty Free de Chuí (que, obviamente, eram gastos supérfluos), minha viagem custou menos de mil reais incluindo o pacote, ou seja, devo ter gasto uns 400 reais em alimentação, ingressos para atrações turísticas e lembrancinhas. De todo modo, não acho que seja necessário levar muito dinheiro em espécie para o Uruguai. Acontece que o turista tem uma série de benefícios e o uso do cartão de crédito, que normalmente é desvantajoso, é incentivado em restaurantes porque garante desconto de 6% no valor, por exemplo.

Hospedagem no Hotel Embajador


Hotel Embajador Montevidéu


Nos hospedamos no Hotel Embajador, que fica na rua San José 1212, 11100 em Montevidéu, há algumas quadras da Plaza Independencia. Achei a localização excelente para quem quer conhecer Montevidéo à pé e aparentemente a região é segura, porque em três oportunidades caminhei durante à noite no entorno (uma delas até de madrugada!) e foi bem bacana passear sem precisar guardar meu celular. As instalações do hotel são muito boas - nada muito luxuoso, mas confortável para uma boa noite de descanso -, o hotel possui várias áreas como piscina no terraço, estacionamento, academia e sauna, possui serviços como lavanderia e um delicioso café da manhã, com bastante variedade. Recomendo e, se eu voltasse à Montevidéu, certamente ficaria lá de novo.

Restaurantes


Colonia del Sacramento

A comida no Uruguai não é tão exótica e, para ser sincera, não aproveitei muito a culinária local, porque os valores não eram tão amigáveis e em várias oportunidades comi pizza ou outro lanche, haha. Porém, acho que é obrigatório provar uma autêntica parrilla uruguaya e, apesar de todos falarem muito bem do Mercado del Puerto, minha recomendação vai para El Fogón, uma parrilla maravilhosa no centro de Montevidéu. Também merece destaque Il Mondo della Pizza, onde foi a confraternização do grupo na primeira noite e comemos uma pizza deliciosa.

Segurança


Montevidéu a noite


Sempre que as pessoas viagem para a Europa voltam falando coisas incríveis sobre a segurança como "aqui é possível andar na rua de noite!". Bem, a verdade é que não precisa ir tão longe para ter esse tipo de segurança: em Montevidéu, também é assim! Li algumas postagens advertindo que no centro é necessário "cuidar da bolsa" e acho que esse tipo de cautela tem que se ter em qualquer lugar, mas me senti bem mais segura andando por lá do que andando em um bairro nobre de Porto Alegre. Outra coisa que me surpreendeu foi passear pelo centro DE NOITE e ver pessoas andando nas ruas, conversando nos parques, levando o cachorro para passear! Isso é incrível! Não sei se eu dei sorte e por isso fiquei com essa boa impressão, mas me pareceu uma cidade tranquila e consegui aproveitar tudo sem preocupações. Outra coisa que me chamou atenção (até já comentei por aqui) é que tinha pichações em alguns prédios, porém, todos os monumentos estavam intactos. Acho que eles tem certo respeito pela cidade e pela própria história, sabe? Fiquei bastante impressionada e admiro o Uruguai nesse quesito.

Clima


Plaza Independencia


O clima no Uruguai é moderado e as estações são bem definidas, com um verão quente e inverno frio. Fui no início do verão e levei roupas frescas para aproveitar o passeio sem passar calor, e a temperatura estava bem agradável para passear ou mesmo tomar banho de mar na praia. Durante à noite, a temperatura ficava um pouco mais refrescante, mas não frio o suficiente para usar casaco - levei uma jaqueta de couro que ficou na mala. No outono o clima começa a esfriar e, finalmente, no inverno é bem rigoroso para a maioria dos brasileiros, sendo necessário usar casacão, lã e por aí vai. Não estranhei porque o clima é bastante parecido com o daqui do Sul do Brasil, mas recomendo dar uma pesquisada para não errar na hora de fazer a mala.


Terminou! Essa foi a última postagem sobre minha viagem para o Uruguai. Eu nunca tive "o sonho" de conhecer o país, mas agarrei a oportunidade de conhecê-lo e, em três dias, visitei lugares incríveis e tive uma ótima experiência. Resultado: voltei apaixonada pelo Uruguai, feliz por tudo que conheci e com várias coisas em mente para quando voltar de novo! Eu sempre leio postagens de viagem e fico encantada com tanto lugar bonito pelo mundo, então para mim foi muito gratificante escrever essa série de posts e voltar no tempo, rever as fotos e lembrar com carinho de tudo que aconteceu. Espero que tenham gostado e até a próxima viagem!

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Dicas diferentonas para blogs


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016



Vejo muitas blogueiras postando dicas (algumas muito boas, é verdade) de como melhorar seu blog e ser uma ~~ DIGITAL INFLUENCER ~~, ter vários seguidores e ganhar muitos produtos!!! Com mais de cinco anos de experiência, me senti confortável para apresentar minha "versão" das tão famigeradas dicas. Vem comigo!



Layout



Faça um layout clean e minimalista, com um fundo branco ou cinza e um pequeno detalhe no header. Ou faça um layout colorido, super detalhado e com vários elementos que combinem com o blog e sua personalidade! É muito importante um layout que dê enfoque no seu conteúdo - e, de fato, layouts mais minimalistas proporcionam esse enfoque -, mas não caia nessa que o layout de seu blog deve obrigatoriamente ser "clean", que menos é mais, etc. Você pode estudar "a aparência ideal de um layout" e adaptar ao seu estilo e ao impacto visual que você pretende dar para o blog, mas nunca faça isso porque "é moda", nem deixe de usar aquilo que gosta. O que importa mesmo é um layout agradável e funcional, no qual cada área (postagens, lateral, categorias) seja de fácil visualização :)

Assunto



Ao invés de fazer uma salada de frutas, escolha um assunto com o qual tem afinidade e faça desse assunto o foco do seu blog. Ou faça uma salada de frutas sim, afinal o blog é seu e você tem liberdade de escrever sobre tudo que der na telha! Por algum tempo eu pensei em tornar do Finding Neverland um blog literário, ou então tratar unicamente sobre cinema. Mas e minhas postagens sobre viagens? Sobre jogos? Sobre a vida em geral? É claro que um blog totalmente literário (por exemplo) tem chances muito maiores de crescer nesse meio, mas não há porque você se limitar caso queira escrever sobre vários assuntos. O que importa mesmo é que todos os assuntos estejam organizados em categorias, para aquele leitor que goste apenas de postagens sobre livros, por exemplo, possa encontrar com facilidade exatamente o que procura.

Nome do blog



Escolha um nome original, fácil de lembrar e, de preferência, em português. Não, você não deve escolher um nome de algum filme inspirador como "Finding Neverland" (Em Busca da Terra do Nunca), especialmente se o título estiver em inglês. Achou que eu faria alguma ressalva? Não mesmo, essa dica deve ser seguida à risca e me arrependo amargamente de ter escolhido um nome tão bonito e complicado para meu blog, hehe.

Divulgação



Comente em outros blogs, mas não necessariamente. Como assim? Ora, é claro que uma das melhores coisas da blogosfera é justamente o contato com outros blogueiros, as amizades feitas, o ato de visitar um blog e deixar um comentário. Comentar é uma ótima maneira de fazer amizades, de deixar seu blog conhecido e, claro, conhecer novos blogs. Mas olha, ao meu ver, isso não deve ser feito com o intuito de divulgação. Houve uma época que eu comentava em qualquer tipo de blog e ganhava muitos mais comentários em retorno do que agora, mas eu não gostava muito do conteúdo de todos esses blogs e, provavelmente, eles também não eram grandes fãs do Finding Neverland. O comentário era apenas uma "troca" com o intuito óbvio de "divulgar o blog". Isso era errado! Atualmente, só comento quando gosto de verdade do blog e digamos que a "rede" está bem mais estável, porque quem comenta aqui são blogueiros que tem interesse nos assuntos apresentados e vice-versa. Por isso, é importante sim comentar em outros blogs e deixar seu link para que outros blogueiros o conheçam, mas isso não pode se tornar um "segue de volta" com o único intuito de conseguir números - deve ser uma forma de fazer amizades e envolver-se de verdade com a blogosfera.



Essas são as minhas dicas. Não quis ofender ninguém com essa postagem e é óbvio que eu mesma tento fazer um layout atrativo, criar um conteúdo interessante e divulgar meu blog para vê-lo ser cada vez mais reconhecido - por sinal, recomendo muitíssimo a leitura do OrgBlog, um guia completo para quem quer realmente estudar a blogosfera e aprimorar o blog. No entanto, apesar do tom um tanto rebelde, a mensagem que quis trazer hoje é que não nos atermos aos padrões, pois nosso blog precisa ter personalidade. Não precisamos deixar de abordar os assuntos que gostamos para ficarmos mais famosos, porque o objetivo de um blog não é esse. Blogar é compartilhar experiências e opiniões, é fazer amizade e se divertir. Espero que minha reflexão tenha ajudado de alguma forma e que você sempre se lembre: a primeira pessoa que deve gostar do seu blog é você mesmo

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Meu guia sobre Pokemon Go!


terça-feira, 9 de agosto de 2016



Nessa quinta-feira (04/08) lançou no Brasil o Pokemon Go, um jogo de celular cuja proposta é fazer o jogador sair de casa e capturar Pokemons. O jogo é bastante inovador porque interage com a realidade, utilizando o GPS e a câmera do celular para levar o mundo virtual aos lugares que frequentamos, de modo que em cada ponto da nossa cidade nos aguardam novos Pokemons. Como o jogo recém foi lançado no Brasil e desde pequena eu adoro a série Pokemon, resolvi escrever esse post contando como funciona o aplicativo e compartilhando dicas. Espero que ajude!

Como funciona o Pokemon Go





Pokemon Go é um jogo de realidade aumentada no qual devemos explorar nossa cidade em busca de Pokemons. Apesar dos Pokemons também aparecerem em nossas casas, a maioria dos lugares públicos tem maior número de Pokemons, perto de rios e lagos encontramos Pokemons aquáticos e praticamente todas as praças têm uma Pokestop, lugar de coleta de itens para o jogo. Para tanto, o jogo usa o GPS do celular e ainda possibilita que utilizemos a câmera para capturar os monstrinhos, de forma que posso registrar um Ratatta na minha casa.

À medida que vamos capturando Pokemons, chocando ovos e pegando itens, conseguimos pontos de experiência e vamos subindo de nível. Quando chegamos ao level cinco, podemos escolher uma das três equipes (Valor, Instinct e Mystic) para nos juntarmos e, a partir daí, batalhar nos ginásios. Cada equipe tem sua filosofia e dão diferentes bônus, mas na prática, as equipes servem para definir as disputas pelo ginásio: podemos deixar um Pokemon nosso "defendendo" o ginásio e, se o ginásio for de uma equipe inimiga, batalhar para conquistá-lo.

O início da jornada




Após criar uma conta e customizar nosso personagem, nós capturamos nosso primeiro Pokemon. Assim como no jogo, as primeiras opções que aparecem são Charmander, Bulbasaur e Squirtle, mas se ignorarmos esses Pokemons quatro vezes (deixando de capturá-los, e andando adiante), poderemos capturar um Pikachu como Pokemon inicial.

No início do jogo, começamos com um Egg Incubator, dois incensos e as Pokebolas, que são os itens que utilizamos para capturar os Pokemons.

Poke Stops e os itens do jogo


Para conseguirmos mais Pokebolas e diferentes itens, devemos nos encaminhar para uma Poke Stop, sinalizada com uma torre azul no mapa. Clicando nela e girando a imagem podemos conseguir pokebolas, ovos, poções e outros itens de forma gratuita, mas atenção: só poderemos pegar itens novamente na Poke Stop quando ela for reativada, o que ocorre de cinco em cinco minutos. Uma dica para potencializar a chance de pegar itens raros e ganhar mais pontos de experiência é visitar dez Poke Stops em trinta minutos.

Pokebola: Itens utilizados para capturar pokemons. A partir do nível 12, desbloqueamos também as Great Balls e, no nível 20, as Ultra Balls, ambas devendo ser usadas em Pokemons cuja captura é de maior dificuldade.

Incense: Item utilizado para atrair pokemons para o jogador, durante trinta minutos. A dica é utilizar o incense quando estiver em movimento: quanto mais andamos, mais Pokemons aparecem, de modo que vale mais apenas utilizá-lo num passeio no parque do que em casa, por exemplo.

Lure Module: Semelhante ao incense, é um item utilizado para atrair Pokemons, mas seu alcance é global (atinge todos os usuários da região) e deve ser aplicado em uma Poke Stop. Também dura por tempo limitado.

Egg Incubator: Incubadora no qual chocamos os ovos, que dão origem a um novo Pokemon. Para chocar os ovos, temos que andar 2km, 5km ou 10km, sendo que ovos que requerem uma caminhada maior geram Pokemons mais raros. O único problema é que tem que caminhar mesmo: o aplicativo não reconhece viagens em alta velocidade (como em um carro, por exemplo) e nem se andamos parados no mesmo lugar, como na esteira. É possível contabilizar o tempo andando de bicicleta ou em baixa velocidade, mas lembre-se que o aplicativo deve estar ligado.

Lucky Egg: Ovo da sorte, que aumenta em dobro os pontos de experiência ganhos durante meia hora. Ganhamos gratuitamente no nível 9 e 14.

Razz Berry: Fruta que pode ser dada a um Pokemon para facilitar sua captura.

Potion, Super Potion, Hyper Potion: Itens utilizados para curar Pokemons, aumentando o HP.

Revive, Max Revive: Itens utilizados para curar Pokemons derrotados, cujo HP estiver igual à zero.

Todos os itens podem ser ganhos gratuitamente e de forma aleatória nas PokeStops. Se você tem dinheiro, mas não tem paciência, pode comprar Poke Coins, as moedas do jogo, e utilizá-las na loja virtual, acessada pelo menu.

Capturando Pokemons




Clicando no canto direito inferior da tela, podemos ver os Pokemons que estão "nearby", ou seja, que estão por perto. Quando um Pokemon aparecer, clique nele e aparecerá a tela de captura. Para capturar um Pokemon, é simples: basta arrastar a Pokebola com o dedo e "lançar" em direção ao Pokemon. Fique atento às dicas!

D I C A S

1. Capture Pokemons repetidos, pois eles dão experiência e, além disso, dão os candies, que contribuem para a evolução.

2. Preste atenção no círculo entorno do Pokemon: quanto menor, mais fácil de capturar. Além disso, as cores variam entre verde, laranja e vermelho, de acordo com o nível de dificuldade (verde é fácil, vermelho difícil).

3. Para aumentar as chances de capturar um Pokemon e ganhar mais pontos de experiência, treine a "bola curva": gire a pokebola com o dedo até ela começar a girar e fazer faíscas, e lance a pokebola, lembrando que ela fará uma curva ao ser arremessada.

4. Por mais que seja legal ter um Pokemon no seu quarto, desligue o AR (realidade aumentada). Assim, o Pokemon ficará centralizado e será mais fácil de capturar.

Evoluindo Pokemons


Não é tão fácil encontrar um Pokemon já evoluído e ficamos ansiosos para deixar nosso Pidgey na terceira evolução. Bem, para evoluir um Pokemon, devemos capturar outros pokemons da mesma espécie e transferi-los ao Professor Willow até termos o número necessário de "candies". Por exemplo, um Pidgey precisa de 12 "pidgey candy" para evoluir para um Pidgeotto: isso significa que devemos capturar onze pidgeys, clicar em 'transfer' nos sobressalentes e clicar em "evolve" no que queremos evoluir. É importante lembrar que alguns pokemons tem mais de uma evolução e, nesses casos, sempre valem os candies da primeira: se eu quero evoluir meu Pidgeotto para um Pidgeott posso capturar tanto Pidgeys quanto outros Pidgeottos, porque eles dão o mesmo tipo de candy.

http://imgur.com/gallery/0ZRLJ


D I C A S

1. Preste atenção no CP e nos ataques de um Pokemon antes de evoluí-lo, para ver se realmente vale à pena ou se é melhor esperar para capturar um mais forte.

2. Acumule vários Pokemons para evoluí-los de uma só vez, quando ativado o Lucky Egg. O Lucky Egg dobra a experiência ganha por trinta minutos, então é melhor evoluir o maior número de Pidgeys, Caterpie e Weedles possível.

3. Pelo menos no início do jogo, não vale a pena evoluir um Pidgey até sua terceira evolução, pois logo encontraremos Pokemons bem mais fortes. O ideal é evoluir muitos Pidgeys para Pidgeottos várias vezes, pois assim ganhamos mais pontos de experiência.

4. O Eevee é um Pokemonespecial porque pode evoluir para três tipos diferentes: fogo (Flareon), água (Vaporeon) e raio (Jolteon). A princípio a evolução é aleatória, mas podemos escolher que Pokemon ele se tornará se o nomearmos de acordo com o nome do seu treinador no desenho: trocando o nome do Eevee para Sparky, ele evoluirá para um Jolteon, Rainer se tornará um Vaporeon e Pyro, um Flareon.

Por que jogar Pokemon Go?


Recomendo jogar Pokemon Go porque é um jogo bastante original, que possibilita ao jogador se exercitar, fazer amigos e sair de casa. O Pokemon Go faz o jogador visitar lugares que antes não eram frequentados, faz o jogador se divertir e cria um vínculo entre os diversos usuários, já que é muito comum notarmos que alguém mais está usando o aplicativo e assim, conversar sobre, trocar dicas e, dependendo, até combinar de sair juntos.

Além disso, não precisa de maiores motivos: Pokemon Go é um jogo qualquer e, como qualquer tipo de entretenimento, serve para se divertir: algumas pessoas se divertem passeando, outras jogando Candy Crush, outras assistindo futebol e por aí vai. Existem várias formas de entretenimento e ninguém é obrigado a baixar o aplicativo se não gostar, então quem não consegue enxergar benefícios, pode simplesmente não jogar Pokemon Go ao invés de ficar criticando. O único detalhe realmente importante é que o Brasil não é um país muito seguro, mas esse é mais um motivo para reunir os amigos ao invés de começar uma jornada Pokemon sozinho. Vamos nos ajudar!

Espero que tenham gostado das dicas e, se alguém tem alguma dica ou sugestão, não deixe de incluir nos comentários! ;)


Esse blog está participando do BEDA e terá postagens novas diariamente em agosto

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Como escrever uma resenha literária


sexta-feira, 22 de maio de 2015





Uma das coisas que me deixam muito feliz em relação ao blog é a receptividade que o público tem com minhas resenhas. Eu não acho que elas sirvam de exemplo para ninguém, mas o fato é que o pessoal elogia e eu sempre me esforço ao máximo para trazer um conteúdo de qualidade, expor imparcialmente os pontos positivos e negativos da obra e, ainda assim, dar a minha opinião final. Pensando nisso, resolvi criar uma postagem com uma orientação para quem deseja melhorar suas resenhas, apontando o que o leitor procura saber de uma obra literária e como sua opinião pode ser transmitida.

O que é resenha?


Segundo o Dicionário Aurélio, resenha é a análise crítica de um artigo ou de uma obra, é uma análise sintetizada do objeto, contendo uma descrição e um julgamento. A resenha pode ser descritiva, relacionando apenas aos aspectos técnicos da obra, ou pode ser crítica, na qual se julga não apenas aspectos formais, mas as impressões que a obra causou. Se você resenhar sobre o estilo de escrita, relação com o gênero da obra ou até mesmo a qualidade estética do livro, estará fazendo uma análise técnica, mas ao explorar um pouco mais estes aspectos e realizar um julgamento de valor, expondo sua opinião de forma fundamentada, escreverá uma resenha opinativa, que a meu ver é a mais apropriada para blogs em virtude da relação do público com o autor.

Primeiramente, ainda que você não se sinta à vontade para explicar o impacto que a obra lhe causou, é importante ter em mente que resenha é diferente de resumo. A resenha traz uma análise da obra, apresentando os aspectos positivos, negativos e sua opinião, enquanto o resumo é uma descrição pura e sintetizada de tudo que acontece na obra, contendo início, meio e fim. Em uma resenha, o leitor não está interessado em saber se o personagem principal morre ou não, ainda que você possa afirmar que "o final foi clichê" ou "surpreendente" - aliás, é importante evitar revelações essenciais do enredo (spoilers), a menos que sinalizadas. Da mesma forma, a resenha também difere da sinopse, que é uma breve descrição contendo o título, autor, tipo de texto e sua ideia principal. Em uma postagem, é interessante colacionar a sinopse no início do texto (pode ser a disponibilizada pela editora ou feita por si mesmo), mas nos parágrafos seguintes as características da obra devem ser apreciadas.

Qual a finalidade de uma resenha? O que o leitor espera?


O objetivo principal de uma resenha é apresentar a obra, informando quem é o autor, qual o assunto tratado no texto e como esse assunto é abordado. Nesse sentido, além da identificação da obra, autor e seu conteúdo, costuma-se analisar o desenvolvimento e a estrutura da trama, a narrativa e as personagens em relação ao propósito da obra, se ela é original dentro do seu gênero literário e como a ideia central do texto foi transmitida. Ainda, é interessante analisar a linguagem utilizada e a fluidez da obra, indicando se a narrativa é mais coloquial ou rebuscada e se a leitura é cansativa.

Obviamente, um livro bem escrito e com uma trama bem estruturada não é necessariamente "bom" - depende do gosto pessoal do leitor. Com isso, importa dizer que não basta determinada obra se encaixar em um gênero ou estilo literário: além dos aspectos referidos acima, que se referem majoritariamente à estrutura do texto, o leitor também busca informações sobre o desenvolvimento das personagens (eles são carismáticos? Estereotipados? Bem construídos?) e a história, se ela é interessante, inovadora, agradável de se ler ou não. Ao explorar esses aspectos, a crítica pode tornar-se mais pessoal, o que leva também a sua opinião individual e avaliação da obra.

Como estruturar minha postagem?


A estrutura da postagem depende muito do público alvo do seu blog e o objetivo da resenha. Por exemplo, ao resenhar Admirável Mundo Novo para um trabalho da faculdade, propus um paralelo com nossa realidade e abordei abundantemente sobre os aspectos econômicos da sociedade retratada na obra, enquanto na resenha escrita para o blog reduzi bastante o texto e apenas referi que "a obra aborda aspectos econômicos", para não deixar a postagem muito extensa. As minhas resenhas costumam ter cinco ou seis parágrafos, mas esse número seria maior se eu optasse por colocar citações ou ainda, quisesse uma postagem mais elaborada.

Independente da quantidade de parágrafos, deve-se ter em mente que a resenha será bastante rasa se constituída apenas de um parágrafo para sinopse e outro para análise crítica, da mesma forma que não terá conteúdo se conter vários parágrafos, mas todos referindo citações e com pouca análise do texto. É necessário apresentar de forma organizada e completa todos os aspectos da resenha: sinopse, pontos positivos, pontos negativos e opinião. Claro, você pode escolher o modo que mais lhe agrada para retratar o assunto (expor a narrativa primeiro, falar dos personagens em outro parágrafo, avaliar o trabalho editorial do livro, trazer citações), mas é essencial primeiro expor de forma sucinta a obra através da sinopse, assim como é interessante mostrar a sua opinião apenas depois da análise.

Como expor minha opinião?


Em primeiro lugar, repito: a opinião deve vir acompanhada de análise. Você tem todo o direito de odiar o livro e dizer isso ao mundo, mas isso não significa que todo mundo vá seguir a sua opinião. Por isso, ainda que não goste da obra, é necessário ter uma certa imparcialidade, apresentando os pontos positivos e negativos para só então explicar o porquê de não ter gostado, fazendo críticas construtivas e indicando o livro para determinado público. Em outras palavras, você deve expor a sua opinião, mas dar ao leitor os elementos necessários para que ele formule sua opinião sozinho.

Também é necessário que cada opinião seja fundamentada: você se sente mais interessado por um livro que é "legal" e "perfeito" ou por um livro que tem uma história criativa que aborda de uma maneira única as relações humanas? Não basta afirmar que o livro é "perfeito", deve-se expor os motivos que levam a afirmar isso e ainda, explicar o porquê de o livro ser interessante, qual a impressão que a leitura causou. Nesse ponto, deve-se convencer o leitor, não de que sua opinião "é a certa", mas de que ela é condizente com o que a leitura lhe proporcionou, e isso é atingido a partir das características da obra. Ao escrever sua resenha, questione: o que você mesmo gostaria de saber sobre um livro? Qual o aspecto mais importante? Qual fator foi determinante para gostar ou não da obra? Isso que deve ser exposto na resenha, de forma educada e sincera.

Outras dicas:



Cuidado com o português: Uma resenha com diversos erros de português dificelmente será considerada "esemplar" ou ter credibilidade, por que será "prezumivel" que a pessoa não entende o "açunto". Não é desagradável ler algo assim? Corrija os erros de português e evite frases desconexas, zelando pelas regras da nossa língua e estudando técnicas de escrita. Uma dica para evitar algo que não exatamente é um erro de português, mas torna o texto cansativo, é utilizar sempre sinônimos ao invés de repetir a palavra. Esse site auxilia bastante neste aspecto.

Revise sua resenha: No momento em que escrevemos, é muito fácil priorizarmos determinado assunto, repetir diversas vezes que o livro é 'maravilhoso' e cometer não só erros de português como também na 'estrutura da resenha', analisando mais de uma vez determinado ponto. Para evitar esse problema, é fundamental revisar sua resenha para certificar-se que o texto está coeso e cumpre sua finalidade.

Seja sincero: Mesmo que tenha recebido o livro de alguma editora ou até mesmo de presente, você não é obrigado a agradar ninguém com sua resenha. O quão construtivo é chamar o livro de "maravilhoso", quando na verdade foi um sacrifício para lê-lo? Não seria enganar o público? É positivo para o próprio autor, que acreditará ter feito um bom trabalho e não poderá evoluir com eventuais críticas? Ao escrever uma resenha, temos não só o direito como o dever de apontar os pontos negativos e o que pode ser melhorado, mas de forma educada e efetiva. É verdade que alguns livros nos inspiram os mais sarcásticos argumentos e a obrigação moralmente maligna de alertar os leitores que ele não deve ser lido, mas ainda nesses casos, nunca devemos utilizar xingamentos, sobretudo de cunho pessoal e dirigidos ao autor.

Originalidade e personalidade: Como na resenha é exposta a sua opinião, em tese personalidade é uma característica bastante óbvia. Entretanto, ainda que não se trate de plágio (que, vale lembrar, é crime), é comum lermos resenhas parecidas porque elas são muito "genéricas", não se destacam e não apresentam nada novo sobre o livro. Óbvio que não podemos fantasiar, rebuscar ou até mesmo incluir informações falsas, mas se seguirmos fiéis a nossa opinião e com tempo de prática, indiscutivelmente acabaremos por imprimir em cada resenha a nossa própria marca.



Por último, gostaria de indicar três resenhas escritas por mim e convidar a quem for comentar neste post que deixe o link da sua melhor resenha. De minha parte, indico O Retrato de Dorian Gray, Game of Thrones: Por Dentro da Série e O Processo, pois apesar de escritas pela mesma pessoa, trazem abordagens diferentes entre si por conta do seu objetivo e do estilo empregado.

Eu espero sinceramente que todos aproveitem as dicas e que, achando útil, divulguem para seus amigos e curtam a página para serem notificados quanto a novas resenhas. Caso tenham achado a postagem cansativa, que pelo menos sirva de lição para não escrever uma resenha de incontáveis parágrafos. Obrigada a quem lê e acompanha o blog!

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Assunto de hoje: Papercraft!


sexta-feira, 3 de agosto de 2012



Hey gente! Mal comecei o blog e já dei uma abandonada, heeh ^_^' Acontece que eu passei um tempão atualizando ele para o blogspot, que fica mais funcional para vocês leitores e também, estou aproveitando as minhas férias. Estou vendo bastantes filmes e fazendo passeios, e nessa última semana eu fiz um trabalho manual muito legal, que é sobre o que eu gostaria de falar hoje: papercraft!

Alguns modelos legais que achei na Internet...O Link está demais!

O papercraft, também conhecido como pepakura, é uma técnica de construção de figuras em 3D, utilizando papel. Em outras palavras, é um boneco de papel, que além de ser bonitinho acaba se tornando um delicioso passatempo, já que se fica horas colando e recortando as partes para montar a figura. O legal é que como é basicamente recortar, colar e montar, os materiais são de fácil acesso e os modelos podem ser impressos em casa, tornando-se uma arte bem acessível. É claro que, dependendo do modelo ou do nível de perfeccionismo da pessoa, outros materiais podem ser necessários e uma impressão em alguma gráfica seja mais adequada, mas tem alguns detalhezinhos que devem ser cuidados desde o mais simples papercraft, então vou deixar algumas dicas e cuidados aqui no blog para quem se interessar, ok?

1 - Qual modelo de Papercraft devo escolher para começar?


Existem vários modelos de Papercraft, tanto quanto a dificuldade quanto ao estilo: pode-se fazer pokemons, personagens, animais mais realistas e até alguns pontos turísticos famosos. O mais importante é começar com algum modelo que você tenha afinidade, pois assim se tem mais determinação para montar. Quanto a dificuldade, os cubecrafts (aqueles quadradinhos, com cabeça quadrada e tudo o mais) são os mais fáceis, mas há vários modelos intermediários que podem ser feitos de primeira sem maiores problemas. O primeiro papercraft que eu fiz foi o Mokona, de xxxHolic, para dar de presente para o meu namorado (que por sinal, me "apresentou" ao papercraft!). Ele não ficou perfeito, mas considerando que eu sou uma negação para trabalhos manuais e consegui montá-lo, qualquer um consegue montar um intermediário também!


Mokona (primeira versão) e Mario, feitos por mim!


2 - Qual tipo de papel devo utilizar?


O papel a ser utilizado depende muito da escolha do modelo, porque dependendo do tamanho da figura devemos prestar bastante atenção na gramatura, ou seja, na espessura do papel. Mesmo para os modelos menores, a folha A4 "normal" de chamequinho não é recomendada, porque a gramatura dela é 75g/m e, como ela é fininha, o papercraft vai ficar molenga e bem frágil. O mais indicado é uma sulfite A4 com gramatura de 120g/m, pois é firmezinho e não é tão grosso a ponto de "estragar" o papercraft (sério, fiz a primeira versão do Mokona com uma folha grossa e não ficou bom. Foto acima). Ah, sim, o tamanho da folha sempre deve ser A4 e a impressão deve ser feita na folha inteira, ok?


Mokona(segunda versão) e Mario de novo, de outro ângulo


3 - Quais são os outros materiais e cuidados que devo tomar?


Uma tesoura boa e uma cola branca são os básicos. Eu recomendo uma cola líquida, mas é bom usá-la com um palitinho ou algo assim para espalhar e não manchar o papel. Quem souber usar, pode substituir a tesoura por um estilete, que tem mais precisão. Quanto ao "como montar", a maioria dos modelos tem um guia ou ao menos, uma numeração nas peças. Eu recomendo recortar e montar gradualmente de acordo com o número das peças ou páginas. Por exemplo, no meu último papercraft, eu recortei, montei e colei a cabeça para só então recortar o resto da minha figura. Ah sim, é muito importante logo que recortar, vincar e dobrar o papel nas linhas certas, para que a peça já ganhe formato. Uma régua ajuda nisso. Por sinal, existem alguns modelos que vem com as linhas já traçadas/pontilhadas, que indicam onde o papel deve ser dobrado. Não são tão bonitos quanto os não-lineados, mas fica melhor de visualizar e portanto, melhor para começar.

Processo de criação heh


Essas fotos em cima são da "criação" da minha Glaceon, que me ocupou a semana inteira para fazer! (Não que seja muito demorado, mas se a pessoa for preguiçosa como eu vai levar mais tempo, haha) A princípio eu fiz apenas porque queria um Pokemon que me representasse e para decorar meu quarto, mas combinei com uns amigos meus e agora cada um fará uma evolução do eevee. Não é legal?


A wild Glaceon appears!


Bem, acho que era isso! Vou indicar uns links legais para quem quiser começar um papercraft, é um hobby muito divertido e prazeroso. E hey, mudando um pouco o assunto, agora o Finding Neverland está aberto a parcerias, ok? Também quero dizer que o blog já fez um mês, e agradeço de verdade a todas as pessoas que estão acompanhando o Neverland até então

- Papercraft Museum : Diversos modelos
- Paperkraft.Net : Vários modelos de animes, robôs e games.
- Paperpokes : Papercrafts de Pokemon, daí que veio minha Glaceon ♥
- Papercraft Paradise : Vários modelos, a maioria ligado a games e animes

Beijinhos ^_^~


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