Panteão, um lugar imperdível de Roma


quinta-feira, 21 de março de 2019

Uma das coisas mais apaixonantes de Roma é o fato de a cidade respirar história. Todo canto da cidade tem alguma fonte, algum prédio, alguma escultura que remete ao passado, que contam a história da cidade durante o Império Romano ou o Renascimento. Nesse sentido, um dos lugares mais impressionantes de Roma é o Panteão de Agripa, um dos sítios históricos mais bem conservados da época greco-romana.

Panteão Roma


O Panteão foi encomendado por Marco Vipsânio Agripa durante os anos 27 A.C a 14 D.C e reconstruído por Adriano por volta de 126 D.C. Pensar nessas datas assustam, mas por mais incrível que seja, o Panteão é um dos edifícios mais preservados de Roma, permanecendo quase idêntico ao que era na Roma Antiga. O Panteão é circular e tem grandes colunas coríntias na frente, além de ser gigantesco: tem 43 metros de altura e sua cúpula assombrosamente tem o mesmo tamanho de diâmetro. Aliás, vale lembrar que o Panteão tem a maior cúpula de concreto não reforçado do mundo e é simplesmente impressionante por dentro. É um lugar surpreendente para quem curte história e quem curte arquitetura.

Panteão Roma Panteão Roma Panteão Roma Panteão Roma


Assim como o nome sugere, o Panteão foi construído como um templo homenageando todos os deuses do panteão romano, mas em 608 foi transformado em uma igreja pelo Papa Bonifácio IV, a Igreja Santa Maria dei Martiri, também conhecida como Santa Maria Rotonda. Até hoje, são celebradas missas no Panteão, e a entrada, por óbvio, é gratuita. Além das missas, há muita coisa interessante para ver no Panteão, a começar pela própria estrutura e as inúmeras obras de arte que decoram seu interior. Falando em arte, o Panteão é a morada final de alguns reis da Itália e algumas personalidades, entre elas o renascentista Rafael.

Panteão Roma


Não tem como não se emocionar com o Panteão. Você está andando no centro de Roma, com lojas de marcas famosas, lembrancinhas e sorveterias, e de repente, quando chega na Piazza Ritonda, se depara com uma incrível estrutura que está ali desde a Roma Antiga, que sobreviveu ao Império Romano e às várias fases da história e também sobrevive aos tempos modernos, intacta, lembrando eternamente do passado. Não tem palavras para descrever esse tipo de emoção que Roma proporciona, mas com certeza o Panteão é um dos lugares mais impressionantes de Roma.

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Filmes do mês: Fevereiro 2019


terça-feira, 19 de março de 2019

Chegamos na nossa segunda edição dos Filmes do mês! Fevereiro é um mês importante para os cinéfilos por causa da maior premiação do cinema, o Oscar, mas dessa vez eu havia visto poucos filmes e não fiz questão de maratonar o resto. Os únicos da lista - que aliás, é bem mais curta que a do mês de janeiro, são só oito filmes! - que concorreram ao Oscar são Infiltrado na Klan (devia ter ganho, por sinal) e O Primeiro Homem.



Quando os anjos dormem


Quando os anjos dormem é um filme de suspense espanhol que se baseia em um acontecimento simples, mas com consequências drásticas. Germán (Julián Villagrán) é um homem bom, trabalhador e que infelizmente não tem tempo para a família porque se dedica inteiramente ao trabalho. Silvia (Ester Expósito) é uma adolescente problemática, irresponsável e que sai com as pessoas erradas, envolvendo-se em drogas e sexo. Durante a noite, quando o sonolento Germán está viajando para ver a filha em seu aniversário, acaba atropelando alguém, tendo que lidar com a situação e com uma histérica Silvia.

A temática de Quando os anjos dormem é interessante e foi explorada com competência no filme, que conta com direção de Gonzalo Bendala e uma boa atuação de Julián Villagrán - o mesmo não se pode dizer da adolescente Silvia. As circunstâncias que acometem as personagens são angustiantes, e vemos o protagonista ser tomado pelos nervos, caindo cada vez mais em desgraça.

Infiltrado na Klan


Baseado no livro honômino, Infiltrado na Klan conta a história real do policial Ron Stallworth, primeiro detetive negro da Polícia de Colorado Springs que, logo no início da carreira, decide se colocar em uma arriscada missão: se infiltrar na Ku Klux Klan. Conversando por telefone com outros membros da KKK e encaminhando um outro policial, Fulano de Tal () para participar das reuniões presenciais, Ron Stallworth vai ganhando cada vez mais influência e acaba por se tornar líder local, ao mesmo tempo em que trabalha para sabotar uma série de atentados planejados pelos racistas.

Infiltrado na Klan é um filmaço. Consegue contar uma história real, tensa, ora acrescentando um pouco de humor, ora nos deixando angustiados pelo discurso racista. Tecnicamente, é um filme com ótimas atuações, uma direção incrível do Spike Lee e um roteiro digno de Oscar. Ainda, mais que simplesmente "um filme bom", Infiltrado na Klan é um filme político, que retrata um problema que infelizmente ainda é muito atual, com um final que é um verdadeiro soco no estômago.

Fireworks - Luzes no Céu


Fireworks é uma animação japonesa baseada no filme homônimo de 1993, em que dois garotos, Norimichi Shimada e Yuusuke Azumi estão apaixonados por uma mesma garota, Nazuna Oikawa, que está triste porque sua mãe se casará de novo e terá que mudar de cidade. Nazuna acaba desafiando os dois garotos em uma competição de natação na qual o perdedor terá que fazer o que ela quiser, bem no dia do festival da escola, quando os amigos planejam ir a um farol ver os fogos de artifício. Ocorre que, no mesmo dia, Norimichi encontrou um estranho objeto que aparentemente o faz viajar no tempo, e acaba utilizando isso para alterar os eventos e fazer a coisa certa por Nazuna.

Sinceramente, fiquei decepcionada com o filme porque Fireworks tinha TUDO PARA SER BOM. Adoro histórias românticas, viagens no tempo e universos paralelos e, somado a isso, a animação do filme é muito boa e Fireworks é visualmente incrível. O que aconteceu, afinal? As personagens são rasas e o ritmo do filme bastante ruim, simplesmente não dá para criar envolvimento nenhum.

Fim dos Tempos


Em Fim dos Tempos, acompanhamos o professor Elliot (Mark Wahlberg) e sua esposa Alana (Zooey Deschanel) em um verdadeiro pesadelo: inexplicavelmente, uma série de suicídios violentos se espalhou pelo sudoeste dos Estados Unidos. O casal, acompanhado da pequena Jess (Ashlyn Sanchez), tenta fugir do perigo a caminho da Pensilvânia, mas descobrem que a toxina mortífera está cada vez mais presente.

Parece o famigerado Bird Box? Pois é, mas Fim dos Tempos estrelou em 2008 e, apesar da proposta semelhante, pelo menos propõe uma explicação - ainda que meio furada - para os acontecimentos. Fora isso, Fim dos Tempos segue a mesma vibe, tem boas cenas de morte,uma atuação boa de Mark Wahlberg e, infelizmente, uma péssima atuação da Zooey Deschanel, que aparentemente estava com nenhuma vontade de participar do filme.

O primeiro homem


O primeiro homem é um filme biográfico que conta a trajetória do astronauta Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na lua. No filme, acompanhamos não apenas partes da vida pessoal do astronauta, como também todos os bastidores da corrida espacial, os sacrifícios feitos, os testes que deram errado e a enorme tensão que envolveu os astronautas, culminando na emocionante cena do homem na lua.

Eu sou fã do Damien Chazelle, diretor de pouca idade responsável pelo excelentíssimo Whiplash - Em Busca da Perfeição e um dos meus musicais preferidos de todos os tempos, La La Land. Inclusive, acho muito interessante como o som, a musicalidade está presente em O primeiro homem e é bem utilizada no filme. Mas, tenho que admitir, O primeiro homem é muito chato e a falta de carisma do Ryan Gosling é totalmente inadequada para carregar um filme de mais de duas horas. Eu até gosto dele, acho que ele casa muito bem com personagens inexpressivos, mas nesse filme simplesmente não funcionou.

Exorcismos e demônios


Exorcismos e demônios conta a história de Nicolle (Sophie Cookson), uma jornalista cética que vai para a Romênia cobrir a história de um padre acusado de ter assassinado uma freira durante um exorcismo. Na opinião dela, é óbvio que o padre é um maluco e que sua fé exagerada foi responsável pela morte de uma mulher inocente, mas ao entrevistas as pessoas da região, descobre que talvez a jovem freira realmente estivesse possuída.

Exorcismos e demônios é um típico filme sobre exorcismos, que mostra demônios possuindo as pessoas, um personagem ateu incluindo em um meio bastante religioso, e uma atmosfera excelente, proporcionada pelo interior da Romênia. Não é um filme excelente e, na verdade, é bastante previsível, mas gosto da temática e gostei do desenvolvimento.



Letras da morte


Letras da Morte começa com um crime macabro: uma professora é morta enforcada, com uma grande letra feito à faca no peito. O crime é um convite para os policiais Will Ruiney (Karl Urban) e o Ray Archer(Al Pacino), já aposentado, solucionarem uma série de assassinatos que passarão a ser cometidos diariamente, às onze horas, no que se pode chamar de uma espécie de Jogo da Forca. Cabe aos policiais, acompanhados da jornalista Christi Davies(Britanny Snow), impedirem novas mortes e descobrirem o serial killer.

Estrelado por Al Pacino, Letras da Morte é um bom suspense policial, mas que ao meu ver peca justamente pelas motivações do serial killer, que seria o que impulsiona o filme e o mistério envolvendo os violentos enforcamentos. No mais, gostei do ritmo do filme e da proposta de os policiais terem um tempo determinado para impedir cada morte e buscar o assassino.



Excetuando Infiltrado na Klan e O Primeiro homem, todos os outros estão disponíveis na Netflix. E aí, ficou com vontade de ver algum?

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Parque del Amor, um lugar imperdível de Lima


segunda-feira, 11 de março de 2019

Lima, a capital do Peru, tem muitos parques bonitos e boa parte deles fica no bairro Miraflores, mas certamente o mais interessante deles é o famoso Parque del Amor, que combina a incrível vista para o pacífico com uma decoração colorida exalando o melhor do romantismo peruano.

Parque del Amor Lima Parque del Amor Lima


O Parque do Amor foi inaugurado em 14 de fevereiro de 1993, mesma data em que é comemorado o dia dos namorados em inúmeros países, como uma verdadeira homenagem aos casais apaixonados. É um parque muito bonito, cheio de flores e com uma vista privilegiada para o Pacífico, mas que fica ainda mais charmoso pelos mosaicos e pela grande escultura chamada "El Beso" (O Beijo), criada pelo artista peruano Victor Delfin.

Parque del Amor Lima Parque del Amor Lima Parque del Amor Lima


Na minha opinião, o que torna o Parque del Amor diferente dos outros parques são os mosaicos. Inspirados na Barcelona do artista Gaudí, o parque está repleto de muros e bancos com formas curvilíneas, conversando com as ondas do mar, mas cheias de pontos de cor entre o branco predominante. O romantismo fica por conta das frases de diversos escritores peruanos sobre o amor, algumas otimistas, outras mais amargas, mas todas com uma bela carga poética.

Parque del Amor Lima Parque del Amor Lima Parque del Amor Lima


O Parque del Amor fica em uma parte muito bonita do Malecón, o calçadão que fica em cima do "relevo" que divide a cidade da praia, junto de muitos outros parques. É uma região muito gostosa de se passear, com diversos restaurantes, opções de lazer e até mesmo um shopping entre as falésias, o Larcomar. Assim, o Parque del Amor é um verdadeiro must see de Lima, tanto para quem está de passagem pela cidade, como foi o nosso caso, como para quem tem mais tempo e pode se demorar em um agradável passeio pelo local, aproveitando o melhor que a cidade tem a oferecer.

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Como visitar de graça o Museo del Prado, em Madrid


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Quando elaboramos nosso roteiro de 2 dias em Madrid, não podíamos deixar de fora o famoso Museo del Prado, um dos museus mais importantes da Espanha. Nesse artigo falarei um pouco da minha experiência, dicas para aproveitar o passeio e como visitar o Museo del Prado de graça.

visitar de graça Museo del Prado


Museo del Prado - O que conhecer


O Museo del Prado é o principal museu de arte antiga de Madrid, reunindo várias obras famosas de Goya, Velazques, El Grego, Rubens e muitos outros artistas. Localizado no Paseo del Prado, próximo ao Parque del Retiro e à Fuente de Cibeles, o edifício foi inaugurado em 1819 e já chama atenção pela riqueza dos detalhes, ainda mais considerando que sobreviveu à invasão napoleônica, à Guerra Civil Espanhola e à Segunda Guerra Mundial.

visitar de graça Museo del Prado


Como o museu é muito grande, é indicado pelo menos um turno inteiro para visitá-lo, mas é possível fazer o passeio em menos tempo em uma visita descompromissada ou simplesmente se programando para visitar os quadros de maior interesse. Dentre os quadros mais famosos, indica-se As Meninas (Velázquez), Saturno devorando um filho (Goya), As Três Graças (Peter Paul Rubens) e El Jardin de las Delicias (Bosco). Uma dica bacana é fazer a visita guiada ou comprar um audioguia, por 4 euros.

Como visitar o Museo del Prado de graça


Felizmente, a entrada no Museo del Prado é gratuita de segunda à sábado, das 18h00 às 20h00, e aos domingos e feriados das 17h às 19h. É interessante chegar um pouco mais cedo no local porque tem muita fila, todo mundo que pesquisou essa dica quer visitar o museu nesse horário e acaba ficando bem lotado hehe.

visitar de graça Museo del Prado


No nosso caso, nos enrolamos em um Starbucks e chegamos no Museu del Prado por volta das 18h30...Pior ideia! Chegamos e tinha uma fila imensa mesmo, de dar a volta no museu! Todavia, se esse for o caso, não se assuste e continue na fila: ela costuma andar bem rápido e no fim acaba todo mundo entrando.

Por fim, vale lembrar que a entrada é gratuita para menores de 18 anos, estudantes até 25 anos e pessoas com deficiências físicas ou motoras. O valor do ingresso é 15 euros e maiores de 65 anos pagam meia entrada. Mesmo considerando o valor do ingresso inteiro, é um preço justo para conhecer o museu.

Vale à pena visitar o Museo del Prado?


visitar de graça Museo del Prado


Se vale à pena visitar um dos melhores museus da Espanha? Obviamente! O Museo del Prado reúne obras consagradas de vários artistas, tem um acervo maravilhoso, enfim, é um lugar imperdível para visitar em Madrid. Mesmo para quem tem pouco tempo para visitá-lo, vale à pena se organizar para conhecer as principais obras do museu, pois são todas impressionantes. Espero que essa postagem tenha servido de incentivo para incluir o Museo del Prado em seu roteiro!

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Um dia em Versailles - Dicas para preparar sua visita


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Um dos bate-volta mais famosos de Paris, Versailles realmente é imperdível para quem planeja uma viagem para a capital francesa. Mais do que um castelo bonito, o Palácio de Versailles foi nada menos que a moradia de Luis XIV e Maria Antonieta, verdadeiro símbolo do absolutismo francês e, de certa forma, um dos fatores que acabou impulsionando a revolução francesa. Tudo em Versailles é incrível e exorbitante, e nesse artigo trarei dicas e informações sobre esse lugar impressionante, que serviu como sede do poder político entre 1682 e 1789 e inspirou palácios semelhantes ao redor do mundo, sendo desde 1837 um importante museu de história.

Dicas para visitar Versailles

O que visitar em Versailles?


Versailles é composto pelo Palácio de Versailles, Le Grand Trianon, Le Petit Trianon (e os Domínios de Maria Antonieta) e, claro, os jardins de Versailles. A maioria dos turistas acaba visitando apenas o Palácio e os Jardins, mas os outros lugares também são bem interessantes e vale à pena conhecer se fizer em uma visita mais demorada.

Dicas para visitar Versailles


O movimento varia bastante conforme o dia e a estação e o próprio site dá dicas de como organizar sua visita. A recomendação oficial é visitar o Palácio de Versailles logo na abertura, às 09h, passear pelos jardins e tarde visitar Le Grand Trianon e Le Petit Trianon. Antigamente, o site recomendava o roteiro inverso, por isso muitos blogs indicam começar pelos jardins e só no final da tarde ir para o Palácio.

Dicas para visitar Versailles

No nosso caso, como chegamos no início da tarde, visitamos com calma o Palácio de Versailles e caminhamos pelos jardins até o Le Petit Trianon, mas não nos prolongamos nos jardins porque era inverno e até as esculturas estavam cobertas por causa do frio. No verão, a dica é aproveitar bastante os jardins e até fazer um piquenique, por isso se recomenda reservar um dia inteiro para o passeio.

Quando ir para Versailles? Vale à pena?


Uma das perguntas mais frequentes é se vale à pena conhecer Versailles em uma viagem de poucos dias para Paris. Há quem diga que Paris tem atrações suficientes para uma semana inteira sem bate-volta e até é verdade, mas Versailles é um dos castelos mais impressionantes da Europa e é símbolo do absolutismo, é um lugar que nos fascina pela riqueza dos detalhes (e quando eu digo riqueza, é nos dois sentidos!) e pela história que carrega. Na minha opinião, é possível sim em uma viagem de três dias para Paris, reservar um deles para conhecer Versailles, mas cada um sabe suas prioridades.

Dicas para visitar Versailles
Dito isto, recomenda-se, pelos motivos já expostos acima, visitar Versailles na primavera e no verão, já que os jardins são muito mais bonitos. No entanto, o inverno europeu também tem seu charme e simplesmente não existe a temida fila de uma hora para entrar em Versailles, como li em vários relatos que ocorre no verão. Quanto aos dias da semana, segunda feira o Palácio, o Grand Trianon e o Petit Trianon não abrem, e nos finais de semana é bem lotado. A dica é visitar entre quarta e sexta.

Tipos de ingressos - como comprar?


A escolha dos ingressos depende muito do seu planejamento e do que pretende ver em Versailles. O acesso aos jardins são gratuitos, mas é recomendado pelo menos visitar o palácio para o passeio valer à pena.

Dicas para visitar Versailles


O ticket para o passeio completo (Castelo, Domínios de Maria Antonieta, Grand Trianon, exposições temporárias, etc) custa em torno de vinte euros (vinte e sete euros com o musical das águas, que ocorre às vezes nos jardins) e chama-se "Passeport". Por vinte e cinco euros, é possível comprar o passaporte para dois dias (trinta euros com o musical das águas, quando tiver). Também é possível comprar o ingresso "Billet Chatêau", incluindo entrada no castelo, audioguia e exposições temporárias, por dezoito euros, e por doze euros o "Billet Domaine de Trianon", com acesso aos domínios da Maria Antonieta e Grand Trianon.

Gratuidade: a entrada é gratuita para menores de 18 anos, pessoas com deficiências físicas e acompanhantes, estudantes da União Européia com carteirinha e menores de 26 anos residentes da União Européia. A entrada também é gratuita nos primeiros domingos de novembro a março.

É possível comprar os ingressos na bilheteria do local ou pela internet, sendo que é sempre recomendado comprar online para evitar filas. Compramos nossos tickets no site oficial.

Como ir para Versailles?


Versailles fica há cerca de quarenta minutos de Paris, e é possível chegar de ônibus, carro ou trem. A opção mais barata e mais fácil é utilizando o trem, que custa cerca de 7,50 euros cada percurso. É possível pegar o trem/metrô regional (RER-C) ou os trens SNCF - todos param próximo do Palácio, mas ainda acho que a melhor opção é a RER-C.

Dicas para visitar Versailles


Para quem quiser pegar o trem SNCF, há duas opções: uma da Gare Montparnasse até a estação Versailles Chantiers e outra da Gare Saint Lazare até a estação Versailles Rive Droite, sendo que ambas as estações ficam cerca de dezessete minutos a pé do palácio. Nós utilizamos a linha RER-C, um trem que tem conexão com as estações Saint Michel – Notre Dame, Musée d’Orsay, Invalides, Pont d’Alma e Champs de Mars Tour Eiffel. Descemos na estação Versailles Rive Gauche e caminhamos cerca de dez minutos até Versailles - não tem erro, todo o caminho é bem sinalizado. Vale lembrar que não é preciso comprar um ticket para o trem até a estação escolhida em Paris e depois outro ticket para o RER-C, basta comprar só o ticket RER-C já na estação inicial e usá-lo.

Onde comer em Versailles?


Há vários quiosques nos jardins de Versailles e dentro do Palácio também tem algumas opções mais requintadas, como o Le Grand Café d’Orléans e o restaurante Ore, do chef Alain Ducasse. Também dá para experimentar os famosos macarons de Angelina, que salvo engano tem tanto dentro do Palácio quanto nos Trianons.

Dicas para visitar Versailles

Para os atrasados que querem fazer uma ótima refeição, minha dica fica do lado de fora de Versailles: o restaurante Buffalo Grill, na avenida que leva da estação Versailles Rive Gauche ao Palácio. É uma churrascaria, os preços são razoáveis e a comida é muuuito boa! Outra coisa legal é que a equipe não falava inglês e nenhuma língua que sabíamos, mas os garçons foram muito receptivos e fizeram de tudo para nos atender da melhor forma possível. Recomendo muito!

Visita ao Palácio de Versailles


O Palácio de Versailles é um dos maiores palácios do mundo, onde absolutamente tudo é grandioso. Construído no século XVII, o Palácio de Versailles possui nada menos que 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Tudo tem detalhes em ouro, absolutamente todos os cantos possuem uma peça de arte impressionante, tudo é absolutamente fabuloso. Versailles representa o auge da monarquia francesa e isso fica visível a cada cômodo que apreciamos.

Dicas para visitar Versailles Dicas para visitar Versailles


A visita ao Chateau de Versailles é bem interessante porque praticamente todos os ingressos dão direito a um audioguia, ou seja, dá para aproveitar bastante o passeio conhecendo sobre a história da construção e curiosidades sobre a monarquia francesa. Ficamos sabendo sobre as modificações que o palácio sofreu, conhecemos os cômodos da casa real e como era o cotidiano naquele tempo. É incrível ver ao vivo onde aquelas pessoas dos livros de história viviam, incrível ver a riqueza de cada lugar, incrível imaginar como se construiu aquele castelo. Para se ter ideia, só o "quarto do rei", na verdade, são vários apartamentos e tinha até uma cerimônia de acordar. É tanta ostentação que fica difícil imaginar, e mesmo estudando história antes, é impossível não se impressionar com o passeio.

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São muitas coisas para se ver dentro do Palácio de Versailles, já que inclui cômodos do rei, da rainha e boa parte da nobreza francesa. Além dos aparamentos do rei, os lugares mais interessantes são a Galeria das Batalhas, com obras de arte maravilhosas retratando antigas batalhas francesas e, obviamente, a Galeria dos Espelhos, que é pura ostentação. A Galeria dos Espelhos certamente é o ponto alto da visita, porque é um salão simplesmente gigante, com espelhos por todos os lados (são 357 espelhos!) e com uma grande importância histórica. Vale à pena se demorar pelo Palácio para aproveitar cada minuto da visita.

Dicas para visitar Versailles


Apesar de termos visitado brevemente Le Petit Trianon e caminhado pelos jardins até lá, concentramos nossa visita no Palácio de Versailles e não nos arrependemos. Foi um passeio lindo, muito interessante e que a todo momento eu olhava impressionada para o lado, absorvendo cada detalhe. Recomendo muitíssimo encaixar uma visita em Versailles na sua viagem para Paris nem que seja apenas um turno, pois é um lugar incrível que vale à pena visitar ao menos uma vez na vida. Espero que essa postagem tenha ajudado a preparar sua visita à Versailles!

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