Crítica: It - A Coisa (2017)


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Todo mundo conhece a história de It: A Coisa, famoso livro de Stephen King que originou, em 1990, o filme cult sobre o palhaço assassino. No entanto, poucos de fato viram as outras mídias ou, ainda, sabem acerca das nuances dessa história, que tem a façanha de misturar terror com comédia, construir um suspense aterrorizante ao mesmo tempo que retrata a amizade. Felizmente, o remake de It cumpriu muito bem sua proposta e revitalizou esse clássico do terror.

It Stephen King

It: A Coisa se passa na pacata cidade de Derry, que há séculos é assombrada por forças malignas e, recentemente, tem sido palco de desaparecimento de crianças. Quando o irmão de Bill (Jaeden Lieberher) desaparece, seus amigos, um grupo de desajustados na escola, passam a investigar e descobrem os mistérios que cercam a cidade, mas cada um é assolado individualmente pelo seus próprios medos, que incluem desde zumbis, palhaços e pinturas assustadoras até bullying, morte de familiares e abuso infantil.



Logo nos primeiros minutos, na clássica cena em que o palhaço Pennywise (interpretado por uma versão muito assustadora de Bill Skarsgaard) atrai o pequeno George para o bueiro, It mostra a que veio, em uma cena com sangue e mutilação. Os efeitos, sempre de baixo orçamento nos filmes de terror nos anos 80, são aprimorados e convincentes e It não poupa o espectador da repugnância das cenas e brutalidade dos ataques. Pennywise, o palhaço, é perverso, e o filme consegue nos deixar tensos em vários momentos, inclusive fazendo um bom uso dos jumpscares, sustos repentinos. Por outro lado, ainda que o filme faça bom uso do suspense e se encaixe no gênero "terror", fica claro que o que realmente assusta não é o palhaço. Cada uma das crianças é atormentada por algo diferente, tem seus próprios medos e, infelizmente, muitos são provocados pelo mundo real. Prova disso é Beverly Mash (Sophia Lillis), única menina integrante do Clube dos Perdedores que, por um triste motivo, jamais sentiu tanto medo do palhaço.

It Stephen King


Apesar de todo o clima de terror que impregna a obra, por incrível que pareça It também consegue ser extremamente divertido e lembra em muito os clássicos filmes de adolescentes dos anos oitenta. Esquivando dos valentões do colégio, felizes com as férias da escola, o grupo que enfrenta Pennywise também sabe se divertir. Em muitas cenas, o filme retrata apenas crianças e seu universo infantil, as piadas e as brincadeiras próprias da infância. Tudo isso só é possível graças à sensibilidade do diretor e a qualidade do elenco infantil, que conta com atores sensacionais que atuam com muita naturalidade e espontaneidade, com destaques para Finn Wolfhard (Stranger Things), Sophia Lilis e Jeremy Ray Taylor. No final, assistir It também consiste em uma experiência prazerosa, porque é divertido acompanhar as aventuras daquelas crianças e torcer por elas.

It Stephen King


It - A Coisa consegue a façanha de misturar todos os elementos típicos de um filme de terror com a leveza da amizade entre crianças, sem esquecer de retratar que os maiores medos, infelizmente, são dos problemas que estão presentes em nossa sociedade. É um filme bem construído que faz uso de várias metáforas sobre a passagem para a vida adulta e, inclusive, sobre o significado do próprio medo. Apesar do terror, o grande destaque do filme é para a amizade entre o elenco infantil. Vamos ver como será a continuação, 27 anos depois.

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Crítica: A Torre Negra


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A Torre Negra é um épico que intercala acontecimentos do nosso mundo com uma trama que se passa em um ambiente faroeste-medieval, contando em sete livros a trajetória do pistoleiro Roland de Gilead à Torre Negra. Antes, a série de livros era conhecida como a obra-prima de Stephen King, até que alguém teve a brilhante ideia de condensar uma saga de mais de quatro mil páginas em um filme que, na melhor das avaliações, não passa de medíocre.

filme torre negra
A Torre Negra começa com Jake Chambers (Tom Tayler), um nova iorquino de quatorze anos que recém perdeu seu pai e está cada vez mais obcecado com sonhos e desenhos sobre um bizarro mundo no qual crianças são aprisionadas por um homem de preto para destruir a Torre Negra, uma torre que protege o universo da escuridão. Todos ao redor de Jake acham que o menino está louco, mas quando os pele-falsa vão capturar o menino para utilizar seus poderes psíquicos contra a Torre, alegando que o levaria para uma clínica psiquiátrica, Jake entende que suas visões são reais e que é seu dever ir ao Mundo Médio e encontrar o Pistoleiro (Ildris Elba), a fim de ajudá-lo a derrotar o Homem de Preto e salvar todos os mundos.



As pessoas equivocam-se ao criticar adaptações por não serem integralmente fiéis à mídia original, esquecendo que elas se tratam do que o próprio nome diz: uma adaptação, uma transposição feita para angariar um novo público e apresentar a obra sob uma nova perspectiva. Por outro lado, me parece que Nikolaj Arcel, diretor desse terrível filme, esqueceu que a mínima coisa que se espera de uma adaptação é que ela mantenha a essência da obra original, e conseguiu transformar uma história escrita ao longo de trinta anos em um filme raso, genérico, fraco, superficial. Sequer dá para dizer que é uma adaptação do primeiro livro ou da saga como um todo, até porque boa parte dos acontecimentos foram inventados para o filme. Não há semelhanças. No máximo, podemos dizer que o nome dos personagens são os mesmos, mas só.

filme torre negra


A Torre Negra tentou - em vão - compensar a ausência de história com cenários e efeitos especiais, mas estes não são nada impressionantes e a ambientação está muito aquém do apresentado ao livro. É verdade que tem algumas - pouquíssimas - referências aos livros, como a Organização Sombra, o Rei Rubro, parques de diversão no Mundo Médio...Mas quem é o Rei Rubro, mesmo? Nada é explicado naquele roteiro reducionista, que diminuiu a história ao lugar comum de uma luta do bem contra o mal. Ok, as cenas de luta são muito boas, mas convenhamos: o roteiro tal como foi apresentado é fraco, o Mundo Médio foi muito mal adaptado e nem mesmo as personagens tem personalidade. Nem reclamo das personalidades serem diferentes do livro, e sim, da ausência de características, reduzindo o interessante Homem de Preto - interpretado pelo brilhante Matthew McConaughey, mas com uma péssima atuação - a um vilão caricato sem nenhuma nuance, que apenas quer destruir o mundo.

filme torre negra


A vontade que tenho é de encontrar um Portal e ir para um mundo onde o filme de A Torre Negra não foi produzido. O filme é um fracasso como adaptação e, analisando como uma obra individual, enfadonho e esquecível. Não há nenhuma surpresa no final, não há carisma nas personagens, não há nenhum fato relevante que faça o telespectador se envolver com a jornada. Aquele que fez o filme de A Torre Negra esqueceu o rosto de seu pai.

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Resenha: A Maldição do Cigano


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Quando se trata de Stephen King tenho a tendência de considerar o livro bom antes mesmo de ser lido, pois confio no mestre do terror para transformar narrativas excêntricas como Christine em histórias de amor melhores que Crepúsculo. Entretanto, o excelente autor não é imune ao erro, e a prova disso é A Maldição do Cigano, livro interessante, mas que não está no mesmo patamar dos demais.

resenha livro A Maldição do Cigano
Título: A Maldição do Cigano
Autor: Stephen King
Editora: Objetiva
Páginas: 172 páginas
Comprar: Compre o livro pela Amazon ou Saraiva


A Maldição do Cigano é uma história de vingança envolvendo Bill Halleck um advogado obeso que acidentalmente atropelou uma velha cigana, mas foi inocentado pelo tribunal. Não bastasse ser perseguido pela culpa, um fenômeno misterioso ocorre com Bill: ele começa a emagrecer subitamente. O que a princípio parece ser positivo, na verdade é uma maldição lançada por um dos anciões do cigano que inclusive acometeu todos os envolvidos no crime, se manifestando de formas diferentes, mas sempre com o mesmo resultado. No caso de Bill, ele começa a emagrecer mais e mais, devendo procurar os ciganos para chegar a um acordo e retirar a maldição, antes que seja tarde demais e morra por subnutrição.

Em a Maldição do Cigano, Stephen King explora temas como a culpa, injustiça, invisibilidade social e vingança, de forma que frequentemente o personagem principal se pergunta o que deveria ter feito, se lhe é merecido, como chegar a um acordo, como se vingar do ocorrido e até mesmo chega a transferir a culpa, desejando que a maldição acometesse à esposa, e não a si próprio. Outro ponto interessante da obra é a exploração do povo cigano, que muitas vezes é visto como indesejado ou, se acolhidos, é apenas para a diversão do homem branco, mas são pessoas que tem uma cultura própria e suas próprias crenças.

Infelizmente, não gostei muito da trama da obra. Não achei a maldição particularmente assustadora (não que não seja assustador emagrecer até perder todas as suas forças, mas há maneiras piores de se morrer) e me incomodou bastante o personagem Richard Ginnelle. Geralmente gosto de histórias de máfia (máfia, não um único mafioso) e gostei da personalidade do Ginnelle, mas ocorre que ele foi anunciado o tempo todo durante a narrativa para só na metade do livro assumir seu papel. O personagem foi incluso apenas para “passar a mensagem” dando um final interessante ao livro, mas até essa mensagem podia ter sido explorada de alguma forma melhor – do jeito que a história foi construída, tudo me pareceu um tanto clichê e sem razão.

resenha livro A Maldição do Cigano


A Maldição do Cigano foi escrito pelo Mestre do Terror e, como todos os livros de Stephen King, é bem escrito e tem muitas passagens interessantes. Entretanto, não é a toa que foi lançado sob um pseudônimo. Não achei o livro aterrorizante ou convincente como os demais do autor, de modo que considerei a leitura agradável, mas não colocaria na lista de prioridades.

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Book Club: A Torre Negra - O Pistoleiro


sábado, 31 de outubro de 2015

Quando se fala em histórias de terror, é inegável que as mais assustadoras vieram da mente do mestre Stephen King. Através das leituras de livros como O Iluminado e O Cemitério, pude comprovar a genialidade do escritor, mas foi só quando King foi proposto no nosso Book Club que finalmente comecei minha caminhada em direção à obra prima do autor: A Torre Negra. Por esse motivo, nesse 31 de outubro, trago a resenha de O Pistoleiro, primeiro volume da grande obra A Torre Negra.

Título: O Pistoleiro
Autor: Stephen King
Editora: Ponto de leitura
Páginas: 288 páginas
Comprar: Compre o livro pela Amazon ou Saraiva


Ambientado em um mundo pós-apocalíptico, O Pistoleiro conta a história de Roland, último descendente de uma linhagem de pistoleiros cuja vida serve apenas a um único e grandioso propósito: encontrar a Torre Negra. Não se sabe exatamente o que é a Torre ou qual a sua localização, mas é certo que ela é o centro do tempo e espaço daquele mundo, que se deteriorará a menos que Roland chegue ao seu destino. Para isso, Roland atravessa o deserto em busca do Homem de Preto, um mago sinistro detentor de conhecimentos que podem auxiliar Roland a alcançar a Torre. A trajetória, no entanto, não é nada fácil, e Roland passa por diversas intempéries que envolvem desde elementos sobrenaturais até sua afeição por Jake, um garoto que morreu no nosso mundo e acaba por acompanhar Roland em sua jornada.



Antes mesmo de adentrarmos na história, nos deparamos com o prefácio e introdução do autor explicando que A Torre Negra levou trinta anos para ser perfectibilizada e que O Pistoleiro foi escrito no auge dos seus 19 anos, o que fica bem claro pela abordagem adotada. A narrativa frequentemente faz alusões a elementos do nosso mundo (o que é bacana, mas pode se tornar bem irritante com o tempo) e nesse primeiro volume ainda estamos confusos com a quantidade de informações: os fatos importantes nos são apresentados por meio de memórias esparsas e demora bastante para nos acostumarmos com o Mundo Médio o qual o pistoleiro habita, pois quase nada sabemos dele.

Justamente por a história ser complicada, devemos ter em mente que este é apenas um volume introdutório e que novas respostas serão obtidas lendo o restante da Torre Negra. Mesmo assim, O Pistoleiro é um livro interessante e envolvente, com um anti-herói complexo e uma história que queremos conhecer, ou seja, buscamos as respostas. Ademais, o livro proporciona aventura semelhante a encontrada nos velhos faroeste spaghetti, mas com frequentes assombrações, como os vagos mutantes, um antagonista assustador e a certeza de algo tenso acontecerá na página seguinte.



Como o próprio Stephen King admitiu, O Pistoleiro é um livro difícil de se ler, afinal a narrativa é confusa e não estamos acostumados com a história. Entretanto, existem outros mundos além do Mundo Médio, e agora que recém alcancei a metade do segundo livro, asseguro que vale a pena saborear O Pistoleiro em direção à Torre Negra.

Verônica | Wanila | Cecilia | Amanda | Isadora

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Movie Club: O Iluminado


terça-feira, 20 de maio de 2014



Oi pessoal! Sentiram falta da Máfia do Cinema? A partir de agora, todos os meses será realizado um Movie Club, uma postagem coletiva consistente na resenha de um filme escolhido pela Máfia. Para iniciar, não podíamos escolher outro filme se não um dos mais aclamados filmes de terror já feitos: O Iluminado, de Stanley Kubrick.



Baseado na aclamada obra de Stephen King, O Iluminado conta a história de uma pequena família cujo pai aceita trabalhar como zelador no hotel Overlook, na época em que este está sem receber hóspedes e completamente isolado. O trabalho, tranquilo pelo conforto do hotel e pelo silêncio que auxiliaria o escritor Jack Torrence (Jack Nicholson) a concluir seu livro, começa a ficar perturbador não apenas pela “Sindrome da Cabana” que acomete Jack, mas pelas macabras previsões de seu filho Danny e estranhos eventos sobrenaturais que levam a crer que o hotel realmente guarda um grande mistério.



O curioso quarto 237, as gêmeas no corredor, os fantasmas e as estranhas situações que acontecem no hotel fazem com que O Iluminado seja um ótimo filme de terror, por vezes assustando o espectador e o envolvendo naquele suspense, já que o filme é muito bem conduzido. Contudo, isso não é mérito apenas da história e dos elementos sobrenaturais do filme, mas da atuação: com o passar do tempo, Jack vai ficando cada vez mais paranoico, confronta cada vez mais a família e constatamos que o hotel levou o protagonista à loucura.



Diferente do livro, o filme se foca mais no lado sobrenatural e não aborda o lado mais ‘humano’, como o problema de alcoolismo de Jack e a desintegração da família. Os personagens também mudam (Jack, por exemplo, é mais ‘sinistro’ no filme) e no filme há um maior foco em Jack do que em Danny, que é o verdadeiro ‘iluminado’ e é a quem os espíritos querem possuir no livro. Contudo, acredito que estas diferenças não prejudicarão o leitor, mas lhe darão a oportunidade de vivenciar novas cenas, fazer novas reflexões e se preparar para um final surpreendente.



Apesar de essas diferenças terem feito Stephen King afirmar que ‘não ficou uma boa adaptação’, O Iluminado é um ótimo filme, notório pela produção, direção, roteiro e atuação, ganhando destaque não só por ter marcado o gênero horror, mas por ser um dos melhores filmes já produzidos – e isso só podia vir da brilhante combinação de Kubrick com uma obra do Stephen King.

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Resenha: Christine


sábado, 15 de março de 2014



Quem aí gosta de ler histórias de amor? Bem, eu não. Crepúsculo causa diabetes e não tenho interesse nas tão emocionantes histórias de John Green. Acontece que eu gosto bastante de Stephen King e, como falei nesse post aqui, acabei comprando um livro sobre uma história de amor bastante inusitada: Christine.



Arnie Cunnignham é um perdedor, conforme o clichê estereótipo presente em todas as histórias adolescentes americanas. Magro, cheio de espinhas, muito inteligente, mas nunca impondo sua vontade, constante alvo de alunos como Budy Rhui. Um belo dia, ele conhece Christine, e ela muda completamente a sua vida, a ponto de ele enfrentar tudo e todos para ficar com ela. Clichê? Parece, mas Christine é um carro. E não é só Arnie que irá se afastar da família, do amigo e até da sua adorável namorada, mas também é Christine que destruirá todos que se colocarem entre eles.

Apesar de inusitada, a história é bastante trash e inicialmente tudo é contado de uma forma bem estereotipada e repetitiva, com Dennis Guilder narrando reiteradamente como Christine mudou a vida deles, como o carro passou a influenciar Arnie, como desde o início ele não gostava dela, etc. Em cada capítulo somos lembrados da importância de Christine e como todos tem antipatia pelo carro. A história fica mais interessante quando passa a ser contada em terceira pessoa e atropelamentos estranhos passam a ocorrer com os inimigos de Arnie, ainda mais com o envolvimento do antigo dono, Roland D. LeBay. Isso conduz a leitura a um clima cada vez mais tenso e empolgante, até o ponto em que eles têm que deter Christine, antes que seja tarde demais.



Para uma história fantasiosa contada em um clima casual, com o amigo Dennis Guilder narrando e tendo adolescentes como protagonistas, o final é bastante trágico. A tensão criada é previsível, o desfecho desanima e não é emocionante. O interessante está em descobrir por que Dennis está nos contando essa história, que provavelmente terminou pior do que pensávamos. Na verdade, o fato de terminar pior do que pensávamos é muito bom. Muito bom mesmo.

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Livros: Stephen King


terça-feira, 11 de março de 2014



Mal terminei de ler O Iluminado, e já tinha percebido que Stephen King tinha potencial para ser um dos meus autores preferidos. Ler a Metade Negra e Zona Morta foi o suficiente para que eu comprasse O Cemitério e confirmasse esse potencial. Stephen King é conhecido como o mestre do terror pela sua literatura sombria, dinâmica e histórias inusitadas, suspenses de finais surpreendentes. Quando encontrei os livros dele em promoção na Saraiva, passei a tarde inteira escolhendo quais comprar, e pouco mais de uma semana depois, adquiri pelo Submarino a obra-prima de Stephen King: A Torre Negra.



A Torre Negra


A Torre Negra é uma série de livros de sete volumes que conta a jornada de um pistoleiro em direção a uma torre (física e metaforicamente), misturando fantasia, terror e ficção científica. A coleção começou a ser escrita na década de 70, quando Stephen King ainda estava na faculdade, e hoje é considerada a obra prima do autor. Eu realmente não posso falar muito desse livro porque nem procurei a sinopse com medo de spoilers heh, mas tenho certeza que será uma leitura empolgante e surpreendente.



Christine


"Arnie Cunnigham era um perdedor. (...) Isso até Christine entrar em sua vida. Amor à primeira vista. A partir desse dia, o mundo ganha novo sentido. Tudo o que Arnie quer é estar junto de Christine." Curiosos com essa sinopse super romântica e fofa? Eu também fiquei, principalmente depois de descobrir que...Christine é um carro! Achei bem curiosa a história do livro, que também se tornou um clássico do terror no cinema. Desses, foi o único que li. Resenha aqui!


A Maldição do Cigano


A Maldição do Cigano é outra história que virou filme, contando sobre um advogado gordo chamado Bill Halleck que mata acidentalmente uma velha cigana, e após isso, recebe uma maldição que o faz emagrecer mais a cada dia, podendo se tornar "um feixe de ossos". Confesso que não achei essa história tão interessante quanto as outras haha, mas não pude deixar de comprar o livro e tratando-se de Stephen King, é muito provável que eu goste.


Duma Key


Um dos livros mais recentes de Stephen King, Duma Key conta a história de um homem que, decepcionado com a vida que lhe tirou o braço e o casamento, decide acolher a recomendação do seu psicólogo e se mudar para uma casa em Duma Key, uma ilha extraordinariamente bela na costa da Flórida. Lá ele começa a desenhar, faz amizades e passa a pintar. Contudo, essa última atividade revela-se tanto uma dádiva quanto uma maldição: muitos de seus quadros tem um poder perigoso e impossível de ser controlado.

xxx


Bom gente, esses são os livros do Stephen King que eu comprei ultimamente! Só li Christine, mas espero que os outros sejam tão bom quanto os anteriores - se for o caso, tenho certeza que será uma ótima leitura!

Beijos, Vickawaii

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