Música: Lindsey Stirling


domingo, 25 de maio de 2014



Oi gente! Como eu gosto bastante de música e sei que vocês gostam de gente talentosa e O Senhor dos Anéis , vim apresentar os vídeos de uma moça muito habilidosa com o violino e que faz apresentações fantásticas: Lindsey Stirling!



A Lindsey Stirling é famosa pelos seus vídeos e incrível talento com o violino. Dançarina, violinista, compositora e cantora, suas apresentações tem uma peculiaridade e energia incrível, tanto pelas músicas quanto pela coreografia e intensidade que ela emprega ao tocar.



Outro fator super legal do trabalho da Lindsey é que, além de composições próprias, ela toca a trilha sonora de vários jogos e filmes do ‘universo nerd’, tudo isso caracterizada com as roupas de um personagem e em belos cenários. Por conta disso, seus vídeos são super lindos e divertidos! Vamos conferir?









Se você não viu nenhum vídeo acima e tampouco curtiu a ‘proposta’ do trabalho da Lindsey, pelo menos ouça a apresentação que ela fez para a música Phantom of Opera, que de tão energizante, acho que é o melhor trabalho da Lindsey. E vocês, qual seu preferido?



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Desenho: Game of Drawings #3


sábado, 11 de maio de 2013



Hey gente! Aqui estou eu novamente para mais uma postagem do comentadíssimo Game of Drawings. Assim como a série da televisão (por sinal, terminei de ler os cinco livros), essa batalha está ficando cada vez mais emocionante, com muitas reviravoltas e surpresas. Entretanto, esse post não se relaciona à Game of Thrones, e sim à Senhor dos Anéis.

Mas Vic, como assim O Senhor dos Anéis? Não era uma postagem sobre desenho? Calma, eu explico. A proposta dessa etapa era retratar um herói em seu momento de descanso, e apesar de minha primeira ideia ter sido desenhar o Homem de Ferro na praia enquanto a cidade estava sendo destruída, ou algo assim, o tema me dá uma abordagem bastante ampla a ponto de eu fazer algo diferente e inovador, como aparentemente os juízes esperam. De fato, eu estava quase seguindo a ideia original quando, para testar minhas habilidades, resolvi desenhar um dos meus personagens preferidos em um estilo realista. E foi então que saiu o Gandalf.



Gandalf, O Cinzento, é um mago enviado à Terra Média (universo fictício da obra de J.R.R.Tolkien) para auxiliar na luta contra a escuridão. É ele que liderou a Sociedade do Anel, derrotou Sauron anteriormente e após enfrentar Balrog de Moria, voltou da morte como Gandalf, O Branco. E é esse herói que meu desenho retrata, quando, pela batalha a se aproximar e milhares de pensamentos tenebrosos a lhe assolar a mente, ele encontra um tempo para relaxar fumando o seu precioso cachimbo.

O Gandalf é meu segundo desenho realista (confira o primeiro aqui), e eu tive certa dificuldade em desenhar o nariz e a boca dele, a parte da barba. Como retratei uma foto, foi necessário também uma iluminação e sombreamento em algumas partes para dar um efeito de drapeamento, e para fazer com que a luz viesse da esquerda. Também é a primeira vez que desenho uma pessoa idosa. Não diria que foi meu melhor desenho até porque a Audrey ficou melhor, mas fiquei bastante satisfeita com o resultado pelo desafio e por ter ficado bem feito. Posso não ganhar o primeiro lugar, mas a minha 'meta' foi cumprida!

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Crítica: O Hobbit - Uma Jornada Inesperada


domingo, 16 de dezembro de 2012


Depois de muitos meses acompanhando as notícias relacionadas ao filme, imaginando como seria a adaptação e claro, ansiosa pela estreia nos cinemas, finalmente fui assistir O Hobbit, cuja jornada, se me permitem o trocadilho, já era mais do que esperada. Felizmente, posso dizer que minha espera foi compensada com um bom filme, que com certeza marca o início de uma ótima trilogia.


Aventura anterior ao aclamado O Senhor dos Anéis, o filme conta a história de Bilbo Bolseiro, um tranquilo e acomodado hobbit que um belo dia tem sua casa invadida pelo mago Gandalf e vários anões que, além de estarem lá para jantar, querem também convidar Bilbo para participar de uma grande jornada, para recuperar seu antigo lar na Montanha Solitária e também o tesouro de Smaug, um temível dragão. Nisso, temos uma sequência bem divertida (e infelizmente, muito demorada) com os anões até que Bilbo resolve se juntar à comitiva, dando início a uma aventura que envolve perseguições de orcs, batalhas e muito mais.



Assim como o livro, o roteiro segue uma linha mais cômica e de mais aventura, intercalando cenas de batalha com momentos engraçados e por esse motivo, ficando bem mais infantil que O Senhor dos Anéis, fato que não agradou a todos. Outro ponto bastante polêmico foi a duração do filme: algumas cenas ficaram extensas demais e ainda outras foram acrescentadas. Acredito que isso seja graças a decisão de dividir o filme em três partes, que permitiu desenvolver várias passagens de O Silmarillion e do apêndice de O Senhor dos Anéis. Muitas dessas cenas, como a reunião com Saruman, foram importantes para introduzir personagens como O Necromante na história, fazendo uma ligação com a sequência de filmes anteriores, mas nada explica a enrolação que fizeram nas cenas de Radagast, um personagem caricato que se acrescenta algo na história, certamente não será por ter salvo um ouriço, como foi apresentado em longos minutos. Azog, o Orc Pálido, é outro personagem incluso apenas para preencher tempo e gerar um maniqueísmo para este filme. A própria cena dos anões na casa de Bilbo, por mais divertida que tenha sido, não precisava durar quase quarenta minutos.


Quanto ao design gráfico e fotografia, quero deixar claro que nos primeiros cinco minutos do filme já estava arrependida de ter comprado meu ingresso para uma cópia dublada e ainda por cima, convencional. Desde o início, o filme mostrou ter uma fotografia perfeita, cenários bem construídos que aposto que seriam melhor aproveitados por mim se eu tivesse conferido com a nova tecnologia HFR, como pretendo ver ainda esse ano. Nos deparamos com o aconchegante O Condado e a casa do Bilbo, com a magnificência dos reinos dos elfos, Valfenda e até mesmo com a morada dos Orcs. Infelizmente, não consigo elogiar a própria figura do Grão-Orc, que curiosamente me pareceu bem engraçada, para dizer o mínimo. Há também três momentos em que são cantadas canções,provavelmente, bem melhores na língua inglesa. A trilha sonora era bem parecida com a de O Senhor dos Anéis, proporcionando um momento de nostalgia principalmente no encontro de Bilbo e Sméagol.

A cena em que Bilbo encontra Sméagol foi sem dúvida a melhor do filme, e é com surpresa que afirmo que conseguiram aperfeiçoar o já perfeito Gollum, que agora apresenta muito mais naturalidade do que nos filmes anteriores. Infelizmente, apesar de ser um ótimo filme, O Hobbit ainda não consta com a grandiosidade e O Senhor dos Anéis, e mesmo se tratando de obras diferentes, ainda há uma expectativa que essa trilogia se compare à anterior. O Hobbit peca pelo exagero e pelas sequências demoradas. É claro, mesmo assim estou na espera novamente pelo segundo filme dessa aventura, reconhecendo que O Hobbit não foi um filme perfeito, mas tem grande potencial.

>> Confira também a resenha do livro O Hobbit clicando aqui!

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Resenha: O Hobbit


domingo, 9 de dezembro de 2012



Acho que todos que tiveram a oportunidade de entrar em contato com a obra de J. R. R. Tolkien através de O Senhor dos Anéis estão ansiosos para a estreia de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, que conta uma história igualmente mágica e genial sobre a grande viagem de Bilbo Bolseiro que, entre tantas aventuras, encontra o Um Anel. Pensando nisso, resolvi escrever uma resenha sobre o livro O Hobbit, que já adianto: vale a pena ler.


O livro começa nos apresentando Bilbo Bolseiro, um hobbit que leva uma vida tranquila e pacata, limitada à festas, chá das cinco e caminhadas pelos bosques, assim como as outras criaturinhas de sua espécie. Tudo isso muda quando Gandalf, um mago amigo da família por parte dos Tûks, convida Bilbo para participar de uma aventura. A princípio Bilbo recusa, mas como no dia seguinte um grupo de anões zangados e bagunceiros aparecem na sua casa para tomar chá e chamá-lo para a aventura, Bilbo resolve participar da expedição, tornando-se o ladrão da comitiva que partia rumo a montanha solitária para recuperar o tesouro de Smaug, o dragão.

E assim eles começam a jornada. Inicialmente, Bilbo fica bastante mal-humorado e não entende porque justamente ele foi escolhido, até porque ele não mostra muita desenvoltura como ladrão ao encontrar três trolls gigantes, logo no início, mas ao longo do livro surpreende salvando a vida de todos e também sua própria vida em passagens que requerem esperteza e habilidade. Aliás, uma dessas passagens é justamente quanto a comitiva é surpreendida por Orcs nas Montanhas Sombrias e, na confusão, Bilbo acaba separando-se dos demais e encontrando Gollum, que, como quem conhece O Senhor dos Anéis sabe, estava até então com o precioso anel.


Apesar de ser um momento marcante, não se engane ao pensar que O Hobbit conta a história de como foi reencontrado o Anel e apenas isso. O Hobbit é uma obra incrível com identidade própria, e que do início ao fim é repleto de aventuras e momentos importantes. A caravana encontra águias gigantes, se hospedam na residência de Beorn, viajam pela Floresta das Trevas, se envolvem com elfos, batalham contra Orcs e muito mais. A narrativa é (graças à Eru Ilúvatar!) bem mais fácil e menos densa que a de O Senhor dos Anéis, e os momentos de tensão e batalhas são equilibrados com situações realmente divertidas, de forma que o livro flui fácil e a leitura é bem agradável.

Eu recomendo O Hobbit pois é um livro bom de se ler e com uma história ótima, pensada nos mínimos detalhes. Talvez seja até redundância falar, mas Tolkien criou um universo fantástico, com criaturas extraordinárias, cenários perfeitos e até mesmo um idioma novo. Quem se interessa pela história mas não lê O Senhor dos Anéis ou, arrisco dizer, O Silmarillion (arrisco pois este último ainda não li) está perdendo de ler uma obra-prima, pois vale a pena ler quantas páginas for para entrar mais em contato com este universo. Para essas pessoas, recomendo a leitura de O Hobbit, pois quem o lê certamente irá atrás dos outros livros, iniciando assim, uma jornada inesperada.

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